27 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 6


I believe in you... 

O caminho todo estávamos em silêncio, Justin não disse nada depois do que viu. Pattie estava concentrada em algo no celular. E eu? Estava tão nervosa que havia secado aquela garrafinha de aguá em dois segundos,e agora estava roendo as poucas unhas que restavam. Mal conseguia pensar, então peguei meu celular e digitei uma mensagem para Selena.

Selena, acho que meu primo viu as marcas no meu pulso. Acho não, tenho certeza... e agora ele tá calado e estranho, oque eu faço?

Apertei send e esperei. Olhei rapidamente para Justin que estava pensativo e prestava atenção no transito, percebi que já estávamos quase chegando em casa, oque me deixou mais nervosa ainda. Se ele contar para tia Pattie? Ah Deus. Maldito dia quente...odeio.
Justin parou o carro de frente a casa, e no mesmo instante senti meu celular vibrar, peguei o mesmo apressadamente e abri a sms da Selena.

Eu sabia que isso aconteceria logo... apenas fique calma. O máximo que ele vai fazer é perguntar o porque... respira fundo e conta tudo. Ele é seu primo, sua familia, tem que confiar.

Ok, talvez ela tenha razão. Digitei uma mensagem agradecendo e sai do carro depois deles. Pattie passou pela porta e logo se jogou no sofá. Fui até ela decidida a puxar assunto.

- Tia, onde você trabalha? - perguntei puxando assunto.
- Em uma agência bancaria. - ela disse ligando a televisão. Isso explica essa casa enorme.
- Você se importa se eu arrumasse um trabalho? - perguntei e no mesmo instante ela me olhou. Mas meu olhar foi desviado assim que Justin entrou na sala, sentando-se ao meu lado, um pouco distante.
- Porque quer trabalhar? - Pattie perguntou curiosa.
- Ah tia, não gosto de ficar parada. E também me sentiria incomodada ficando o dia todo aqui de barriga pra cima, enquanto você trabalha.
- Eu não me incomodo, não precisa trabalhar. Se você não quiser ficar parada em casa, eu posso te colocar em algum curso. - ela sugeriu fazendo-me sorrir, pela ideia que tive.
- Sério? - perguntei sorrindo - Pode ser aulas de piano?!
- Eu sei tocar piano. - Justin finalmente se pronunciou, fazendo-me olha-lo.
- Isso, Justin pode te ensinar. Ele tem um piano lá em cima, no meu quarto... ele pode te ensinar. - Pattie disse sorrindo.
- É... é, eu posso. - Justin concordou sorrindo.
- Ok, então podem começar amanhã. Pela noite Justin tem faculdade, então vocês podem fazer as aulas de manhã, ou á tarde enquanto eu não estou aqui. Pode ser?
- Sim. - bati palmas empolgada.
- Tudo bem. - ela levantou-se - Vou descansar porque amanhã, eu trabalho.

A tia, justo agora? Tem mesmo que me deixar sozinha com o Justin? Ela deu um beijo na minha testa e na bochecha de Justin, em seguida foi para seu quarto. Ficamos em silêncio e pude perceber Justin me olhar, decide tomar um banho, fazer qualquer coisa. Levantei-me disposta a subir para meu quarto, mas Justin segurou meu braço, pra ser mais exata, ele segurou meu pulso, bem onde os cortes estavam. Oque me fez morder os lábios segurando um grito de dor. Ele fez de proposito, não é possível.

- Posso falar com você? - ele perguntou sério.
- Pode ser depois do meu banho? - sorri torto.

Ele suspirou.

- Tudo bem, depois do banho. - ele disse soltando meu braço e eu podia jurar que ele sentiu as marcas.

Assim que coloquei meus pés na escada levei uma das mãos ao meu pulso. Os cortes estavam doloridos, e agora estavam avermelhados. Entrei no meu quarto e tranquei a porta, me joguei na cama e desabei. Sim, eu estava chorando, por ser uma idiota e fraca.

Eu me sinto fraca fazendo isso, mas oque eu posso fazer? Já se tornou um vicio, eu faço isso pra aliviar a dor que eu sinto. Desde os meus 14 anos, venho fazendo isso. E agora ficou pior, depois que meus pais morreram, eu me tornei alguém mais fraca ainda, e passo a fazer frequentemente. Na noite em que eles morreram, Selena pegou eu me cortando no banheiro, ela disse tantas coisas, mas ficou a noite toda comigo, impedindo-me de fazer, me lembro que naquele dia foi o pior, porque eu me cortei demais... foi além do meu pulso. Depois de alguns dias, eu fiz de novo... mas Selena não viu, quer dizer, ela viu no dia em que eu fui embora, só que preferiu não dizer nada. Agora você tá se perguntando, não era pra ter cicatrizado desde aquele dia? Sim, mas eu fiz de novo, por pura fraqueza. Ontem durante a madrugada para ser mais exata, não adivinhei que hoje faria um calor do cão.

Ouvi movimentação no corredor e fiquei com medo que alguém batesse na porta, e me encontrasse assim. Então corri para o banheiro e me despi. Parei de frente ao espelho e meu cabelo estava molhado na raiz, por conta do suor. Eu não sei porque, mas eu me olho no espelho e não consigo ver uma garota bonita, eu não me acho bonita, nunca me achei. Decidi tomar um banho logo. Lavei meus cabelos novamente, e me lavei.
Sai do banheiro em direção ao guarda-roupa, peguei uma roupa simples mesmo, um shorts jeans e uma blusa do bob esponja. Penteei meus cabelos e deixei eles molhados mesmo.
Respirei fundo e sai do quarto, eu estava com fome, muita fome. Não como desde ontem mas tia Pattie não sabe, eu disse que comi mas na verdade não. Desci as escadas devagar na esperança de quem estivesse na sala não me notasse. Passei lentamente pela sala sem olhar para os lados. Abri a geladeira e peguei uma garrafinha de 500ml de suco de laranja. Fui até o armário e peguei um pacote de biscoito de chocolate. Passei dessa vez correndo pela sala direto para meu quarto, fechei a porta e deixei as coisas na cama, abri a porta da sacada no meu quarto e voltei para a cama, liguei a tv e comecei a comer a bolacha.

Horas depois. Quarta-feira. 20h23.

Acordei assustada depois de pegar no sono comendo bolacha. Me assustei mais ainda quando vi Justin sentado do meu lado, ela estava me olhando oque me deixou mais assustada ainda.

- Tá doido? Quer me matar? - perguntei me sentando na cama, ajeitando os cabelos no lugar.
- Desculpa. - ele riu. - Vim te chamar pra jantar.
- Ok, então vamos - disse levantando-me da cama, mas ele segurou meu braço, fazendo-me sentar novamente.
- Primeiro eu quero falar com você... - ele levantou-se e encostou a porta. Senti um friozinho na barriga, um calafrio que me fez mexer na cama.
- É, sobre oque? - me fiz de desentendida. Ele sorriu fraco e sentou-se do meu lado.
- A quanto tempo você faz isso? - ele perguntou virando-se para mim.
- Isso oque? - perguntei fingindo não saber de nada.
- Você sabe muito bem do que eu estou falando. Bella, eu vi. - ele pegou minha mão virando meu pulso para cima, deixando a mostra os cortes que ainda estavam vermelhos.

 Nós dois olhamos para o mesmo lugar, mas em um ato rápido puxei minha mão para mim, agora abraçando minhas pernas. Senti seu olhar pesado sobre mim, enquanto eu tentava não encara-lo, abaixando meu olhar.

- Bella, olha pra mim... - ele pediu baixo. - Por favor, olha pra mim... - ele insistiu firme, fazendo-me levantar o olhar lentamente, encarando seu olhar sério e preocupado. - Porque faz isso? - perguntou baixo.
- Você não entenderia. - disse quase num sussurro desviando o olhar.
- Você nem me contou, como sabe que não entendo? - ficamos em silêncio - Por favor, eu sei que tem algo que você esconde, divide comigo... confie em mim. - ele insistiu pegando uma das minhas mãos.
- Promete não contar pra sua mão? - olhei para meu pulso, já sentia as lagrimas chegarem - Eu não quero que ela ache que eu sou problemática. - disse com voz de choro.
- Tudo bem, eu não vou contar... mas não faça de novo. - ele apertou minha mão. - Agora me conte... porque faz isso?
- Porque eu sou fraca... é incontrolável  E um jeito de eu disfarçar a dor que eu sinto aqui dentro. - coloquei a mão que estava desocupada sobre meu peito.
- E a quanto tempo faz isso? - ele perguntou baixo, alias estávamos falando meio baixo.
- Desde os meus 14 anos. - ele arregalou os olhos - Calma, vou te contar tudo, posso confiar em você?
- Sempre. - ele disse sorrindo.
- Quando eu era menor, era gordinha, lembra? - ele olhou para o nada parecendo pensar, em seguida me olhou e acentiu - Depois que eu me mudei para Hamilton as coisas mudaram pra mim. Eu comecei a frequentar a escola, e você sabe como as pessoas são cruéis, sem coração. Na terceira série, eles começaram a me zoar, me davam apelidos ofensivos, faziam brincadeiras de mal gosto... - eu já começava a chorar - Eu ainda me lembro de cada dia que eu chegava na escola, uma garota, sabe... aquelas metidas, populares? A Britty, ela era cruel, ela era metida...e cara, ela só tinha 12 anos. Eu nem quero imaginar oque ela se tornou. - limpei meu rosto - Quando eu chegava na escola, ela sempre dava um jeito de me humilhar, jogava meus livros no chão, colocava o pé na frente quando eu ia passar. Mas isso eu superei, o problema é que eu nunca fui forte, entende? Eu nunca fui uma garota que protestou quando alguém me humilhava. Eu nunca fui assim... Quando eu completei 13 anos, eu comecei um regime, mas ficou severo.. eu emagreci, fiquei linda... digo eu nunca fui linda, mas eu estava magra, pelo menos na aparência  porque eu me sentia gorda. Minha mãe começou a ficar preocupada com minha perda de peso, foi quando ela descobriu que toda vez que eu comia, eu vomitava em seguida... - Justin escutava tudo atento, de vez em quando fazia uma caras de surpreso - Eu fiquei com bulimia, mas eu não me sentia bem ainda, as pessoas ainda me julgavam, foi quando eu comecei a me cortar. - suspirei em meio as lagrimas - Isso se tornou frequente, e até hoje eu faço. Eu nunca fui segura de mim, nunca me achei bonita, sabe... e pra piorar nunca fui boa com os garotos, namorei duas vezes, mas nenhuma das vezes deu certo. Eu me sentia pior, até que meus pais... - engoli seco, deixando as lagrimas caírem - Você sabe. Eu fiquei mais fraca do que eu já sou... meu mundo desabou e eu fiquei sem chão. Na mesma noite, eu me cortei feio, mas Selena chegou antes que eu fizesse pior...e ontem de madrugada, eu fiz de novo. Eu não consigo parar, eu me sinto inútil por não ser forte, por essa vontade, essa necessidade ser mais forte do que eu... Eu só ... queria ser confiante. - disse entre soluços.

Justin em um ato rápido veio até mim, passou seus braços por meu corpo, me apertando em um abraço simplesmente forte, e aconchegando-me ali. Ele passava as mãos sobre minhas costas, na tentativa de me acalmar, mas meu choro não parava, e eu já estava soluçando. Acho que em muito tempo, não me senti tão segura com alguém. Justin nos afastou e segurou meu rosto, enxugou minhas lagrimas, mas foi em vão, já que elas não paravam.

-Ei, ei... se acalme. - ele disse passando a mão sobre meu rosto. Respirei fundo duas vezes, amenizando aquele choro.
- Desculpa, molhei sua camisa. - disse manhosa passando a mão sobre o peitoral dele, ele apenas riu fraco.
- Isso é o de menos. - ele me abraçou novamente - Bella, eu achava que te conhecia. Você sempre tá com esse sorriso lindo no rosto, sempre de bem com as pessoas. Mas hoje quando eu vi seu pulso vermelho, eu ... eu não sabia oque pensar. Olha pra mim. - ele afastou-se segurando meu rosto - Eu sei que dói muito lembrar de tudo isso, ter passado por tudo isso, eu imagino o quanto você sofreu. E eu quero que saiba que eu vou estar sempre aqui pra você, ok? - acenti - E tem mais, essa coisa de achar que você não é bonita. Para, para por favor... Bella, você é linda, muito linda, entende? Sua pele é linda, parece de bebê e seu cabelo não é ressecado, ele é simplesmente perfeito, desse jeito liso e meio ondulado... Eu sinto muito por tudo, mas fique sabendo que eu vou estar aqui pra te ajudar. Não quero ver você fazendo isso de novo entendeu? Você é linda, do jeitinho que você é. E eu acredito que debaixo dessa pessoinha fraca, você é uma pessoa forte, que vai dar a volta por cima de tudo e de todos.

Eu não sabia muito oque dizer, apenas avancei dando um abraço nele, um abraço apertado e de gratidão. Uma coisa que eu não contei, é que quando eu abraço ele, bem... uma corrente elétrica percorre meu corpo, me causando arrepios. Isso é estranho, muito, mas deixo passar. Ele fez o mesmo carinho nas minhas costas.
- Eu nem posso agradecer, porque você nunca deixa. - rimos. Levei minhas mãos até o rosto e limpei o mesmo. - Acredita mesmo que eu posso deixar tudo isso pra trás, e dar a volta por cima?
- Claro. - ele disse sorrindo. - Você é forte, e eu acredito em você. Promete que cada vez que pensar em se cortar, vai me chamar primeiro? - perguntou olhando-me nos olhos.
- Tá. Eu prometo. - disse e ele sorriu.
- Isso assim... você tem um sorriso lindo, e esconder não pode não. - disse meio atrapalhado, olhando fixamente para minha boca, oque me deixou sem graça.

Ele ficou alguns segundos assim, mas assim que percebeu levantou-se.

- Vamos comer? -
- É, deixa eu só lavar o rosto. - levantei-me secando o rosto com as mãos.
- E não se esqueça. Pensa assim... ''eu não sou fraca, eu sou forte e vou vencer tudo isso, acreditando em mim''. Seja forte, e acredite em você. - ele deu um beijo na minha bochecha que me fez corar um pouco.



Continua?
eai meninas?
Tudo bem?
Digam oque acha da IB, por favor?

OPA GANGSTYLE .... OP OP OP ... GANGSTYLE.... HEYYYYYYYY SEQSII LADYYYY...
adoro dança essa musica. kkkkkkk
PQP
CEI VIRAM ESSE VIDEO DO BIEBER? ME COMA COM VIGOR PLS.
NUNCA VI GAROTO MAIS GOSTOSO....

gente, eu to parecendo a Anne, tipo lembra que ela amava um banho gelado? Poisé, agora só tomo banho gelado lol

26 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 5


Ele viu...

- Isabella, acorde... - ouvi uma voz doce me chamar.
- Perai deixa eu dormir mais ti... Mãe?! - perguntei paralisada, assustada, minha mãe ali na minha frente, tá brincando?
- Nunca me viu menina? - ela riu, mas continuei em choque. - Acorde logo, é um dia chuvoso porém longo. - ela parou de falar e ficou me olhando, enquanto eu só sabia respirar alto, assustada- . Sabe.. sua tia é uma otima pessoa, ela cuidará bem de você... - ela andou até a janela do quarto, parando na mesma e abservando o lado de fora da casa - E seu primo, bem... você vão se dar bem, vão ficar bem proximos, proximos até demais... mais no final tudo vai ficar bem...você só precisa ser forte em primeiro lugar...
- Do que está falando? - e antes que ela pudesse me responder, a vi sumir. - Mãe? - levantei-me da cama - Mãe? - gritei.
- Isa? Isabella acorda... - ouvi a voz de Justin me chamar. - Isa...

Abri meus olhos assustada dando de cara com Justin me olhando confuso e ao mesmo tempo preocupado. Meu rosto estava suado e eu tremia um pouco, meu coração estava disparado e minha respiração descompensada.

- Pesadelos com a sua mãe de novo? - ele perguntou sentando na cama.
- É, como sabe? - perguntei levando minha mão ao rosto.
- Você estava chamando por ela. - disse cauteloso.
- Estava? - perguntei e ele acentiu. - Foi estranho. - disse quase a mim mesma, mas ele ouviu.
- O que sonhou? - perguntou ele curioso.
- Ela me acordava como você acordou, e começou a dizer coisas estranhas, digo... ah seilá. - levei as mãos até o rosto, passando sobre meus olhos.
- Oque ela disse?
- ''sua tia é uma ótima pessoa, ela cuidará bem de você... E seu primo, bem... você vão se dar bem, vão ficar bem próximos  próximos até demais... mais no final tudo vai ficar bem...você só precisa ser forte em primeiro lugar.''  Ela disse isso. - disse lembrando exatamente de tudo, sem deixar nenhuma palavra.
- Oque ela quis dizer? - ele perguntou confuso.
- Não sei. Doideira. - rimos.
- Sabe cadê minha mãe?
- Foi ao mercado. - levantei-me até o banheiro para lavar o rosto, voltei para o quarto e Justin continuava lá.
- Isa... assim, você já namorou? - perguntou Justin.
- Hã... sim. - respondi meio sem jeito, não entendendo muito oque ele quis dizer com aquela pergunta.
- É, será que você é... pode me ajudar? - ele perguntou sem jeito.
- Tá. Mas com oque eu posso te ajudar? - caminhei até a cama, sentando ao seu lado, um pouco distante.
- Bom, é que eu tenho uma namorada. A Julia... e bem, agente anda meio que se estranhando....
- Estão brigando demais? - o interrompi.
- Sim. - ele riu fraco.
- Porque?
- Ela reclama que eu não dou mais atenção á ela. - ele disse suspirando - Mas eu expliquei que meus tios... - ele parou de falar e engoliu seco, me olhando em seguida - E falei que tinha coisas para resolver na família...
- Conversa com ela, diz que recompensa tudo depois. - disse como se fosse obvio.
- Será? - ele fez careta.
- Sim, ela é uma garota Justin... bom eu não á conheço, mas garotas são assim e ela está carente. - disse e em seguida peguei meu celular, encarando a tela, onde estava o papel de parede com a minha foto e da Selena.
- Quem é? - Justin perguntou vendo de relance a foto, no mesmo instante o olhei.
- Minha melhor amiga. - disse sorrindo de lado, travando o celular.
- É a mesma que naquele porta-retrato?! - ele apontou para o mesmo em cima da criado-mudo, onde havia mais uma foto minha com Selena.
- Sim. - sorri ao responder. Ele levantou-se e curvou o corpo para pegar o porta-retrato, depois voltou a sentar-se.
- Ela é bonita. - comentou me olhando em seguida.
- Ela não é bonita. - disse incrédula, fazendo ele me olhar confuso.
- Você não acha? - perguntou meio assustado.
- Não, porque ela é perfeita. - disse e soltei uma risada baixa., fazendo Justin rir leve.
- Crianças? - Pattie gritou do andar de baixo, fazendo-nos rir.
- Sério que ela tá chamando agente de criança? - Justin disse rindo.
- Vamos superar. - ele riu. - Vem, vamos ver oque ela quer. -disse levantando-me. Justin veio atrás.
- Ah, obrigado pela ajudinha Bella. - Justin agradeceu atrás de mim, me tirando um mega sorriso, ninguém nunca me chama de Bella... digo, só meu pai me chamava assim.
- Você me chamou de Bella. - me virei sorrindo, fazendo ele se assustar por eu ter parado.
- Ah, é... tem problema? - perguntou sem jeito.
- Não, é que... meu pai me chamava de Bella. E todo mundo me chama de Isa, mas Bella... Bella é legal, eu gosto, mas ninguem sabe. - sorri.
- Eu acho Bella bonito... posse então te chamar assim? - ele sorriu.
- Sim, claro... obvio. - rimos e voltamos a descer as escadas.

[...]

Terminamos de almoçar e estávamos vendo televisão. Pattie estava quase dormindo no sofá, enquanto eu e Justin assistíamos tv com a maior cara de tédio. Justin suspirou cansado levantando-se da poltrona, fazendo com que eu preguiçosamente virasse um pouco para olha-lo.

- Cansei, preciso sair. - ele disse assim que levantou-se, e no mesmo instante Pattie acordou do sue cochilo.
- Onde você pensa que vai? - ela perguntou ainda meio sonolenta.
- Ah seilá. Eu só preciso sair, porque aqui tá um tédio. - ele disse sentando-se no braço da poltrona.
- Então leve sua prima. - ela disse autoritária. Justin me olhou por um tempo.
- É, ela parece entediada também. - ele disse dando meio riso. - Você quer ir? - perguntou me olhando, mas antes que eu pudesse responder Pattie me interrompeu.
- Vai Isa, vai ser bom pra você. - ela sorriu.
- Tá eu vou. - disse por vencida levantando-me. Coloquei meu celular no bolso e parei ao lado de Justin, que me olhou com uma cara engraçada.
- Vai assim? - ele apontou para minha roupa.
- Algum problema? - perguntei confusa.
- Não, nenhum, mas é que... qualquer garota não gosta de sair de moletom. - ele sorriu de canto.
- Não sou qualquer garota. Nem ligo pra isso... - disse dando meio riso, passando por ele.
- Eu gosto disso! - Justin afirmou sorrindo. Fazendo-me sorrir junto, tia Pattie riu e voltou a ver tv. - Então vamos? - ele perguntou parando na porta, apenas acenti com a cabeça.
- Cuidado, e não voltem tarde. - Pattie gritou da sala.
Eu e Justin rimos e saímos em direção ao carro dele.
- Onde vamos? - perguntei assim que me acomodei no banco no passageiro.
- Ainda não sei. - ele respondeu rindo fraco.

Justin parou o carro de frente á uma casa, oque me deixou curiosa para saber onde estavamos. Ele saiu do carro e antes que eu pudesse abrir a porta, ele mesmo fez isso pra mim, sorri agradecida, ainda com um ponto de interrogação.

- Onde estamos? - perguntei curiosa.
- Casa do Ryan. Um amigo meu. - ele respondeu simplesmente. - Vem, vou te apresentar á eles...
- Eles?  - perguntei confusa, não era só um?
- Sim, Chris também está ai. Vamos, prometo não deixar eles te bullynarem. - ele riu leve, passando um braço sobre meu ombro.
- Porque eles iriam me bullynar? - perguntei rindo fraco, enquanto caminhavamos até a entrada.
- Bem, digamos que eu conheço muito bem aqueles dois. Garota bonita...- ele disse apontando de lado para mim, fazendo-me corar levemente -
- Eu não sou bonita. - disse interrompendo ele, e Justin parou no mesmo instante.
- Tá brincando né? - ele perguntou incrédulo. Apenas acenti negativamente - Tá, então me diz porque não se acha bonita? - ele perguntou cruzando os braços.
- Porque eu não me acho oras. - disse sem olha-lo.
- Mas porque? - ele insistiu.
- Porque não cara... olha pra mim, sou tão branca, pálida... meu cabelo tão sem graç...
- Tá bom. Para. Por favor... Bella, você é linda. - ele disse olhando nos meus olhos, e eu podia jurar que estava ficando vermelha. Ele riu fraco quando percebeu, e voltou para meu lado, voltando a caminhar até a porta. - Você fica envergonhada muito rapido. - comentou rindo.
- Sou extremamente timida, queria oque? - disse sem jeito, e ele riu.
- Então acho bom se preparar... - ele olhou-me assim que tocou a campainha.
- Preparar para oque? - peguntei na duvida.

 Mas antes que ele me respondesse, um garoto de olhos claros, com cabelos bagunçados e loiro atendeu a porta. Ele vestia uma bermuda jeans, e uma blusa de moletom azul escura da adidas. Ele abriu um sorriso ao nos ver
- Eai dude. - Justin cumprimentou ele com a outra mão que estava livre.
- Que surpresa cara.. - o garoto disse ao cumprimentar Justin.
- Chris, essa é a minha prima Isabella, Isabella esse é Christian.
- É um prazer..  - disse dando meu melhor sorriso. Estiquei minha mão para que ele apertasse, por educação.
- O prazer é todo meu. - ele apertou minha mão com um sorriso de canto, que me fez corar levemente.

Senti uma mão nas minhas costas e virei meu rosto levemente, vendo Justin do meu lado.
- Bem, vamos entrar né... - Justin disse me empurrando devagar para dentro, Chris deu passagem e passei rapidamente até ficar do lado de dentro, esperando Justin que logo apareceu atrás de mim. - Cadê o Ryan? - ele perguntou dando um passo á frente, mas voltou vendo que eu não me movi.
- Ele está lá em cima. - Chris disse indo em direção as escadas.
- Vem. - Justin sussurrou perto de mim, eu meio sem jeito segui eles. Subimos as escadas e Chris entrou em uma das portas, suponho que o quarto do tal Ryan.
- Acho que ele está no banho. - Chris disse assim que entramos no quarto e não havia ninguem, eu estava meio sem jeito. Qual é? Sou uma garota timida, e estou com dois meninos em um quarto, digo... três, já que um está no banho. Tudo bem que um deles é meu primo, mas vai saber né. Mas cá entre nós, não ligaria se eles quisessem me bullynar, são lindos, perf... ok, esse lado meu é inexistente.
- Ryan! - Justin gritou me assustando, fazendo-me levantar o olhar até a porta do banheiro, onde suponho que Ryan saia sem nada do banheiro, isso pelado. Em um ato rápido Justin levou sua mão até meu rosto, tapando meus olhos imediatamente, oque me fez rir. Rir muito, e sabe... minha risada é alta. Ouvi outras risadas e só reconheci a do Justin, que era rouca e digamos que um tanto sexy.
- Ryan, veste uma roupa pelo amor de Deus. - Chris disse rindo.
- Desculpa gente. - ele disse rindo.
- Vem Bella, vamos esperar lá em baixo. - Justin disse me guiando para fora do quarto. Ele soltou a mão de meu rosto, fazendo-me levar minhas mãos até os olhos, e coçar os mesmos. - Desculpa por isso. - ele riu descendo as escadas.
- Tudo bem, alias... você não tem culpa. - disse rindo. Voltamos para sala e ele sentou-se no sofá, sentei-me do seu lado.

Justin P.O.V

Isabella estava meio sem jeito ali com três garotos. Ryan não parava de dar em cima dela, e Chris também. Acho que se eu não cortasse eles agora, a coisa ia ficar pior. É, vou fazer isso...

Estavamos jogando video-game, e Ryan levantou-se de seu lugar, sentando-se ao lado de Bella, passou seu braço sobre o ombro dela e começou a falar. Ela estava cada vez mais vermelha, olhava para baixo sem jeito, até que encontrou meu olhar. Ela me olhou como se implorasse por ajuda, ri daquilo e levantei-me indo até eles.

- Então né, vamos embora Bella? - disse rindo tirando os braços do Ryan de cima de Bella.
- Ah qual é?! - Ryan resmungou.
- Vamos? - ignorei Ryan e olhei para Bella. Ela concordou e levantou-se com a minha ajuda.
- Já vão? - Chris perguntou.
- Sim, antes que minha prima fique seca de tanto que vocês secam ela. - disse rindo leve, fazendo eles rirem, até mesmo Bella riu. - Tchau.
- Tchau garotos. - Bella disse sem jeito acenando para eles.
- Me liga. - Chris gritou rindo.
- Aparece aqui de noite. - Ryan disse fazendo-me virar um soco em seu braço. - Que foi? - ele resmungou.
- Minha prima não é essas vadias que você pega não. - disse sério saindo dali. Pude ouvir eles resmungarem algo, mas ignorei.
- Obrigado, não sabia que eles eram tão... pervertidos. - ela disse e riu em seguida.
- Já disse que não precisa agradecer em nada. - disse sorrindo em seguida entrei no carro.

Isabella P.O.V
3 Dias depois. Quarta-feira.

Borrifei meu perfume duas vezes sobre a area do pescoço, uma vez sobre meu pulso e borrifei no ar, passando correndo em seguida para misturar com a minha roupa. Ri daquilo e peguei meu celular sobre o criado-mudo, hoje estava um dia quente mas eu precisava usar uma blusa longa... enfim. Desci as escadas e tia Pattie já me esperava no andar debaixo, junto com Justin. Iriamos na faculdade, eu iria fazer uma inscrição para começar ano que vem, já que o ano letivo aqui já estava no fim. Nós estamos em novembro e seu entrasse na faculdade agora iria me perder toda. Pattie disse que não vai ser dificil ganhar uma bolsa, já que minhas notas são perfeitas e sou uma aluna exemplar.

- Não está com calor Isa? - Pattie perguntou por me ver de blusa de frio.
- Ah tia, é fininha. - disse passando a mão pelo tecido.
- Tudo bem, então vamos. - ela disse pegando sua bolsa e colocando a mesma no ombro.

Justin saiu na frente e entrou no carro primeiramente. Em seguida Pattie insistiu para que eu fosse na frente, então assim fiz. Estava muito quente e eu estava ficando agoniada, mas Justin logo foi fechando os vidros e ligando o ar, oque me deixou aliviada.

Justin parou o carro de frente á um enorme prédio, digo enorme mesmo. Pattie foi a primeira a descer, e assim todos desceram. Passamos pela grande porta andando naqueles enormes corredores. Ela parou derrepente oque me assustou um pouco, mas percebi que estavamos de frente á sala do diretor.

Meia hora depois.

- Eu acho que eles vão te aceitar. - Pattie disse assim que saimos da sala.
- Eu também acho, ele falou tão bem de você. - Justin concordou parando do meu lado.
- Que bom, não é? - ele riram. Eu estava meio zonza, meio lerda... sei que sou lerda, mas tudo bem. O calor estava grande, ouvi dizer que estava uns 30° graus hoje. Pattie entrou no carro primeiro, esperando Justin que tinha ido até o carrinho de sorvete comprar garrafas de aguá.
- Você tá bem? - ele perguntou me assustando, sua mão estava pousada sobre meu ombro.
- Sim. - sorri tentando mostrar que eu estava bem. - É só o calor.
- Toma, isso vai te refrescar. - ele me entregou uma garrafinha de aguá, que estava brilhando de tão gelada, entramos no carro e eu apoiei a garrafa sobre minhas pernas, não consegui evitar. Levantei as mangas da minha blusa, deixando elas na altura do meu cotovelos.
- Nossa, hoje tá muito quente. - disse Pattie bebendo aguá.
- Concordo, não como você tá aguentando com essa blusa. - Justin disse me olhando.
- Já disse que ela é fininha. Mas vou prender meu cabelo... tá quente mesmo. - ri fraco, pegando o elástico do meu bolso e juntando meu cabelo, Justin mantinha seu olhar em, oque me deixava incomodada. Prendi um rabo alto e meio torto. Em seguida peguei a garrafa e rodei a tampinha, bebi dois goles e percebi que ainda não haviamos saido do lugar. Justin tinha seu olhar sobre mim, encontrei o mesmo e só ai percebi que ele olhava para meu pulso, oque me fez gelar. Pronto, estou lascada. Ele viu as marcas. Em um ato rapido e meio desconcertado, levei meu braço para o lado do meu corpo, desviando meu olhar para a janela do carro. Droga....


Continua?
Desculpa se tá chato.
Preciso sair.
Estou com dor de cabeça e tem uma porra de um caralho de um infeliz que tá cantando aqui do lado de casa... pqp....
bjos. AMO VOCÊS.

24 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 4

Leia o recadinho no final pfvr, é importante pra mim. 

Primeiro dia em L.A


Eu estava me sentindo melhor que na noite passada, conseguia sorrir graças ao Justin e a tia Pattie. Ela dizia coisas positivas, e Justin não parava de fazer palhaçadas e contar piadas sem graças, mas elas eram tão sem graças e idiotas, que eu acabava rindo.

- Onde vamos agora? - perguntei assim que saímos de casa.
- Vamos te levar pra conhecer Los Angeles. - disse Justin dando partida no carro.
- Acho que isso eu já sei, mas para onde?
- Primeiro vamos almoçar, depois vamos ao centro comprar algumas coisas, e dar um volta pela cidade. - disse Tia Pattie olhando rapidamente para trás.
- Legal. - disse empolgada levando meu olhar á cidade do lado de fora, Justin passava por vários lugares, ele não corria mas também não estava dirigindo devagar.
- Oque está achando? - perguntou Pattie, tirando-me de meus pensamentos.
- Oque? - perguntei confusa.
- Da cidade, oque está achando? - ela virou-se um pouco para poder me olhar.
- Ah, ela é bonita... tem muitos prédios. - respondi entortando os lábios.
- Onde você morava não tinha prédios? - Justin perguntou olhando pelo retrovisor do carro.
- Sim, quer dizer mais ou menos. - disse rindo fraco vendo a cara de confuso do Justin.
- Como mais ou menos?
- Mais ou menos oras... digamos que tinha prédios, mas não como estes.
- Como assim? - ele perguntou confuso.
- Vamos ver, se colocar os prédios que existem lá perto desses bem, vão parecer casas, mas não qualquer casa, casinha de cachorro. - eles riram.
- Onde você morava mesmo? - Justin questionou ainda rindo.
- Hamilton, é uma cidade pequena perto de Stratford. E quando eu falo que é pequena eu não to brincando. Los Angeles é enorme... Gosh, dá até medo. - comentei fazendo eles rirem novamente.
- Relaxa, nem é tão assustador assim. - ele disse sorrindo.
- É verdade, até porque você não precisa sair sozinha por aqui, eu não deixaria é claro... mas, você sempre terá a mim, e a Justin. - Pattie disse olhando para trás.
- É, somos a sua família  - concordou Justin olhando rapidamente pelo retrovisor, e parando o carro. Involuntariamente eu sorri, sentindo-me agradecida por aquilo, eles são perfeitos e é meio difícil acreditar que são minha família.
- Ah... obrigado gente. - agradeci sorrindo. - Sério, eu mal cheguei e to me sentindo tão bem com vocês.

Eles sorriram juntos.

- Já disse que não precisa agradecer né. - Justin disse olhando para trás. Ia dizer alguma coisa mas algum celular começou a tocar, olhei para o meu e não era. Era o do Justin, ele sorriu torto e atendeu. - Alô? ... Ah oi Julia... desculpa eu não vi... Ju... para com isso, eu ... - Pattie e eu nos entreolhamos e ela deu de ombros. - Relaxa Julia, que coisa, eu tava com a minha mãe... - Justin olhou para Pattie sorrindo torto e saindo do carro, como nós duas fizemos também - Coisa de família .. - ele continuou no telefone atrás de nós, enquanto eu apenas escutava, sim sou curiosa, problema? - Ju para, eu tava ocupado... minha mãe precisava de mim, desculpa não ter ligado de volta, mas são coisas de familia.... Tudo bem... Agora? ... Ju, não dá.... porque? - ele parecia nervoso, Pattie parou fazendo-me parar também, enquanto esperávamos ele desligar - Ju não dá desculpa, eu te ligo depois tá? Beijo se cuida amor. - ele desligou colocando o celular no bolso em seguida. - Era a Julia. - ele disse sem jeito olhando para mim e para mãe dele.
- Tudo bem, vamos almoçar. - Pattie respondeu gentil, e entramos no restaurante.

[...]

Depois do almoço fomos andando mesmo até o centro, segundo Pattie era pertinho e assim eu poderia ficar olhando a cidade. Pattie estava tão empolgada que fazia eu e Justin rirem dela, ela parecia uma criança, mostrando todos os cantos da cidade, as lojas, as pessoas, tudo mesmo. O céu estava se fechando e o humor dela mudou radicalmente rápido.

- Droga, eu queria levar você á um parque lindo que tem aqui. - ela disse nervosa.
- Tudo bem, podemos ir outro dia tia. - disse tentando acalma-la.
- Não, eu queria hoje. - disse nervosa, parecendo uma criança. Olhei rapidamente para Justin que me olhou com a mesma cara, ele riu e eu o acompanhei. Pattie nos olhou de cara feia, que me fez quase engasgar.
- Mãe, melhor nos irmos embora, está vindo um temporal. - Justin disse pousando suas mãos nos ombros dela.
- Tudo bem né, fazer oque. - ela concordou correndo até o carro, assim como nós, Justin rapidamente destravou e entramos afobados. A chuva já começava a cair, e ele logo deu partida saindo dali rapidamente, o céu estava quase escuro, e ventava muito.

Minutos depois de conversas alheias,  Justin parou o carro em frente de casa, contamos até três antes de sair:
- Um... - disse em suspense.
- Dois... - disse Pattie.
- Três, correndo. - Justin abriu a porta e saiu correndo, em seguida eu e Pattie fizemos o mesmo, mas ela acabou ficando por ultimo se molhando mais. Entramos em casa, e ela veio logo resmungando.
- Droga, me molhei. - resmungou batendo o pé no chão - Vou tomar um banho. - ela subiu as escadas resmungando.
- Acho que também vou tomar um banho. - disse tirando meus sapatos, que estava enxarcados
- É eu também. - ele concordou e acabamos subindo juntos, cada um entrou no seu quarto e eu fui direto para o banheiro, me despi e joguei a roupa em um canto, ela estava meio molhada mas nada demais. Liguei o chuveiro e tomei um banho quente, lavei meu cabelo e sai em seguida, colocando uma toalha na cabeça e peguei uma para me secar.

Depois de me secar vesti um calça de moletom cinza e larga, uma blusa de frio meio coladinha branca, coloquei uma meia e meus chinelos, ficaria em casa mesmo. Fui até meu guarda-roupa e peguei o secador de cabelo, fui até o banheiro e liguei o mesmo, sequei apenas a raiz e a minha franja, deixando as pontas onduladas mesmo. Passei meu desodorante, e fui até o quarto passar os cremes. Borrifei uma vez o perfumo sobre minha blusa, sentindo o cheiro doce do chocolate e baunilha invadir minhas narinas.
Passei pela porta e olhei rapidamente pelo corredor, as portas como sempre estavam fechadas. Desci as escadas tranquilamente, a tv estava ligada e Justin estava todo relaxado no sofá, passei por ele fazendo o mesmo se ajeitar no sofá, e sentei no outro. Ele vestia também um moletom amarelo, e uma blusa de mangas curtas preta. Ele abriu a boca pra falar comigo, mas foi interrompido com o som do meu celular tocando na minha mão, sorri torto e atendi.

- Alô?
- Isa sua feia, porque não me ligou? Eu estou com saudades. - Selena praticamente gritou do outro lado, o que me fez rir.
- Desculpa Selly, eu cheguei tarde e fui dormir. - disse rindo, Selena odeia ser chamada de Selly.
- Não me chama de Selly. - ela riu assim como eu. -Isa, como é ai?
- É legal. - disse simplesmente, olhei rapidamente para o Justin que estava vidrado na tv, onde passava um reality show de modelos, elas estavam de biquinis e eu podia jurar que estavam focando bem na bunda delas. Peguei a primeira almofada e taquei nele, rindo em seguida por sua expressão assustada.
- Está rindo do que? Quem está ai? - ela perguntou curiosa.
- Ah, meu primo.
- Seu primo? - ela questionou confusa.
- Sim, o Justin, filho da minha tia..  - disse e o mesmo me olhou, apenas sorri fraco
- Ah sim. Isa, como que você tá? 
- Eu to bem, na medida do possivel Sel... - respondi quase baixo.
- Não fez mais aquilo né? - ela perguntou também baixo.
- Selena, não vamos mais falar disso, tá? - respondi levantando-me na mesma hora, andando lentamente até a cozinha, meio sem jeito. - Eu não faço aquilo á muito tempo...
- Mentira. - ela afirmou.
- Está me chamando de mentirosa na cara dura? - perguntei indignada encostando-me na pia.
- Sim, estou. Você acha mesmo que eu não vi as marcas no dia em que você foi embora? - ela perguntou brava, apenas suspirei alto e ela continuou - Eu só espero que isso não passe mais pela sua cabeça, ninguem ai sabe do que você faz, ou já fez... sua tia, nem seu primo, e isso é até melhor porque ninguem vai ficar preocupado se você está fazendo denovo, ou te vigiando... Mas Isabella, se de algum modo eu souber que você fez denovo, eu juro... pego o primeiro voo prai. - ela disse firme.
- Eu não vou fazer denovo. - disse num fio de voz.
- Promete? - questionou com a voz firme.
- Sel...
- Isabella, promete ou não? 
- Tá, prometo. - disse rapido.
- Otimo, eu só liguei porque estou com muitas saudades, e estava preocupada.
- Também estou com saudades. - disse com a voz tremula, denunciando as lagrimas engasgadas.
- Eu tenho que desligar, minha mãe quer ajuda na cozinha. Beijos, e eu amo você.
- Também amo muito você. - senti ela sorrir e em seguida desligar o telefone. Senti uma lagrima percorrer todo meu rosto, parando devagar sobre a linha do meu queixo. Limpei a mesma devagar e respirei fundo.

Caminhei lentamente até a sala voltando a me sentar, Justin agora estava jogando video-game. Tombei minha cabeça sobre o braço da poltrona, assistindo ele jogar.
- Quer jogar? - Justin perguntou parando o jogo. Levantei minha cabeça para olha-lo - Prometo deixar você ganhar. - ele riu fraco, fazendo-me estreitar os olhos.
- Não precisa deixar eu ganhar. - disse convencida, levantando-me e indo sentar no mesmo sofá que ele. Justin me entregou o outro controle e arrumou o jogo para duas pessoas. Ele deu play do jogo de luta, sim de luta... e começamos a jogar seriamente.

[...]

Tia Pattie estava sentada na poltrona observando nos jogando, ela havia pedido pizza para o jantar. Eu e Justin já estávamos na 4° partida do jogo, ele ganhou duas vezes, e eu também ganhei duas vezes. Ele estava ganhando agora na quinta partida, e então não pensei duas vezes, tirei uma das mãos do meu controle e rapidamente coloquei em seus olhos tapando sua visão, ele se atrapalhou e eu aproveitei pra terminar com aquilo, apertando qualquer botão e matando Justin.
- Ganhei! - gritei levantando os braços, fazendo tia Pattie rir.
- Não vale, você me trapaceou. - Justin resmungou
- Isso se chama, ser esperta! - disse me gabando.
- Não concordo. - ele resmungou cruzando os braços, fazendo-nos rir. Ia dizer algo mas o som da campainha ecoou me assustando levemente.
- A PIZZA! - gritou Justin abrindo um sorriso enorme e correndo até a porta. Ri fraco e levantei-me assim como tia Pattie, ela foi direto para a cozinha, enquanto eu desligava o video-game, em seguida Pattie voltou com os pratos e talheres.
- Isa, pega os copos pra mim? - Pattie pediu gentilmente.
- Claro. - disse assim que coloquei os controles sobre a mesa de centro. Corri até a cozinha, peguei três copos no armário e voltei para a sala, onde Justin colocava a pizza sobre a mesa de centro, junto com a Sprite. Entreguei os copos a tia Pattie que distribuia as pizzas.
- Obrigado querida. - agradeceu pegando os copos, em seguida me entregou um prato com um pedaço grande de pizza. Sentei-me no sofá e Justin sentou-se em seguida, ligando a tv colocando em algum filme, no qual eu não prestei atenção em ver o nome.
Dei uma mordida na pizza, e curvei meu corpo para pegar o copo de sprite sobre a mesinha, dando dois goles seguidos, coloquei o mesmo novamente no lugar e voltei a prestar atenção no filme.

No dia seguinte...

Levantei-me da cama indo em direção ao banheiro parecendo um zumbi, preguiçosamente escovei os dentes e fiz minhas higienes, entrei no box e tomei um pequeno banho para despertar-me daquele sono. Sai do banheiro ainda meio groge. Vesti lentamente a calça de moletom azul bebê, em seguida uma blusa de mangas curtas branca, e pra finalizar a blusa de frio do moletom, também azul bebê.
Borrifei meu perfume duas vezes no pescoço, uma de cada lado, deixei meu cabelo solto mesmo e desci.
- Bom dia. - disse á tia Pattie que tomava café sozinha.
- Bom dia querida, acordou cedo.
- Que horas são? - perguntei curiosa, sentando-me em uma banqueta, ela olhou no relogio rapidamente e disse:
- 8h23. Não está com sono? É domingo, pode dormir até tarde. - ela disse levantando-se e colocando o prato que sujou na pia.
- Ah, sério? Então vou dormir denovo, tá chovendo, dá soninho. - ela riu.
- Então durma querida, descanse... eu vou ao mercado. - ela beijou-me na testa e saiu. Tomei um achocolatado e subi para meu quarto, fechei as cortinas e deitei-me, virei para o lado aconchegando-me no edredom que ainda estava gostosinho.


Continua? 

Oi gente, sentiram minha falta?
Demorei porque me mudei - estou depressiva -Não entrei nos ultimo dias por causa da mudança, eu não sabia onde estava o meu moden da tim e fui achar hoje, é um século pra carregar uma simples pagina. Mas eu disse que faria qualquer coisa pra entrar aqui.
Desculpa se os proximos caps vão estar muito depressivos, é que eu to meio assim sabe....
Minha vida nos ultimos dia tem sido chorar, dormir, comer, chorar....
Não tem nem uma semana direito, tem apenas dois dias e eu já chorei mais de dez vezes.
Cara, eu sei que tenho que ser forte, mas sabe... eu tava acostumada a ser rodeada de pessoas que eu gosto, que me indentifico, minhas melhores amigas, irmãs.
Nesse ano eu fiz mais amigas e em tão pouco tempo eu me apeguei tanto á elas, sinto falta todos os dias de conversar de manhã com a Gabi, falar sobre a 1D que ela tanto ama...
Sinto falta de sair da escola e ver a Bibia de vez enquando me esperando... de ir na casa dela e gravar videos.
Cara, my heart is broken...
Pra quem não sabe, me mudei para Valparaiso, São paulo, é umas seis/sete horas de onde eu morava, taboão da Serra. - alias me visite no google maps kkk-
Enfim, não quero ocupar vocês com os meus problemas...
oque acharam do capitulo? 
Espalhem a IB nova por ai gente...
Divulguem o blog e tals.
Obrigado por não me abandonarem, vou tentar postar amanhã, provavelmente esse mesmo horario, já que tenho que ajudar minha mãe a terminar de arrumar a casa.
Enfim.
Eu amo muito vocês.
beijos. e boa noite.... desculpem não deu pra carregar foto no cap hoje... vcs sabem que eu amo colocar uma foto no final, mas a net é um cuzinho.
Minha mãe vai pedir uma net aqui pra casa, do governo. lol

Me suga nos meus twitters.
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Eu sei , tenho uns mil contas... parecendo até o Justin. lol

18 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 3


Pesadelo.

AVISO NO FINAL. Isabella P.O.V

- Eai, oque cê tá assistindo? - perguntei me jogando na cama, ao lado de Selena.
- Hannah Montana - ela respondeu sem tirar os olhos da tela.
- Legal - respondi sorrindo fraco -  Sel... 
- Oi? - ela perguntou me olhando em seguida.
- Você não acha que já era para meus pais ter chegado?! - perguntei deixando meu medo visivel, minha voz saiu tremula, e eu sentia meu estomago revirar.
- É bem estranho, porque eles deviam ter chegado a algumas horas, mas olha... tá tudo bem, deve que só foi um atraso no aeroporto. - disse na tentativa de me acalmar.
- Eu espero. - suspirei alto. 

Depois de dois episódios da Hannah Montana, Selena pegou o controle entediada e ficou mudando de canal.
- Perai, volta naquele...  - disse sentando-me na cama. Ela voltou e também fitou a televisão. 
- Avião com destino a Hamilton, no Canadá...C...aiu sobre o ocea..no - ela leu pasma, me olhando rapidamente, preocupada. O ar já não passava pelos meus pulmões, imediatamente as lagrimas dominaram meu rosto, eu não queria acreditar, nem por um segundo, queria que não fosse o avião que meus pais estavam, mas os horários batiam, a empresa, tudo batia. Selena em um ato rápido me abraçou, tentando me acalmar numa tentativa falha, já que meu coração só aumentava os batimentos. 

Acordei com a respiração ofegante, sentando-me rapidamente na cama, passei a mão sobre meu rosto que estava molhado pelas lagrimas, eu havia sonhado, como uma lembrança do dia que meu pais morreram. Meu coração estava acelerado, e eu já podia imaginar que eu estava pálida  O quarto estava escuro, apenas com uma pequena brecha da cortina aberta, por onde passava a luz da lua. Senti um arrepio na espinha que me fez ter um calafrio, me atormentando, deixando-me atordoada, e por um impulso levantei-me apressada, liguei a luz e não havia nada no quarto, não pensei duas vezes em abrir a porta do quarto e sair em direção a cozinha, desci as escadas devagar - apesar de estar descalço, não queria fazer barulho - Parei de frente ao armario, pegando um copo em seguida, enchi ele de aguá da torneira mesmo e bebi, agora podendo ver o quanto eu estava assustada, minhas mãos tremiam, e assim que coloquei meu copo na pia, as lagrimas voltaram. Apoiei minhas mãos sobre a pia, enquanto eu chorava baixinho.

Apaguei a luz da cozinha, e não pensei duas vezes em subir correndo. Novamente no quarto me joguei na cama, apenas com a luz do abajur ligado, tentei dormir durante muito tempo, mas não conseguia, as lembranças daquele dia estavam me atormentando, me deixando amedrontada  desesperada. Levantei-me da cama e sai do quarto de fininho, em direção ao quarto de tia Pattie, lentamente rodei a maçaneta, mas foi em vão. - Droga! - sussurrei derrotada, a porta estava trancada.

- Isabella? - uma voz masculina e rouca, chamou-me atrás de mim. Virei-me assustada dando de cara com Justin. Ele tinha o cabelo bagunçado, e uma cara um tanto fofa por estar inchada de sono, vestia uma blusa simples branca e uma bermuda de dormir preta. Ele parou de coçar os olhos assim que me virei, agora me olhando preocupado - Aconteceu alguma coisa? Porque tá chorando? - ele perguntou dando um passo a frente.
- Ér.. nada. - menti limpando as lagrimas que já estavam secando no meu rosto.
- Pode confiar em mim... - ele disse assim que pousou uma mão sobre meu ombro direito.
- É... bem... - comecei atrapalhada, agora olhando em seus olhos, enquanto ele me olhava atento - É que eu não conseguia dormir.
- Tá estranhando o quarto? - perguntou fazendo careta.
- Não, não é isso. É que eu tive um pesadelo. - abaixei a cabeça lembrando, tentando engolir o choro.
- E você tá com medo de dormir sozinha, por isso tentou entrar no quarto da dona Pattie? - perguntei rindo fraco no final.
- Sim. - respondi dando meio riso.
- Uh, ela só dorme com o quarto trancado. Só não pergunte porque... - disse com cara de lerdo, que me fez rir fraco - Você se sentiria melhor se eu ficasse no quarto com você, até dormir?
- Se não for incomodar. - disse sem jeito. Ele deu meio riso e esticou o braço e disse:
- Não vai incomodar, mas olha... - ele passou o braço sobre meu ombro, e andamos até o quarto - Pensa assim... foi só um pesadelo, nada daquilo foi real. - ele tentou-me confortar, mesmo não sabendo do que eu sonhei.
- Mas não foi exatamente um pesadelo. - disse quase baixo assim que passamos pela porta.
- Oras, então foi oque? - perguntou ele com carinha de lerdo.
- Foi mais uma lembrança. - respondi me soltando dele, sentando-me na cama. Justin me olhou confuso, e sentou-se do meu lado.
- Quer dividir? - perguntou receoso.
- Não gosto de lembrar. - abaixei a cabeça.
- Tudo bem, mas quando quiser... quando precisar de alguém pra conversar eu sou todo ouvidos, ok? - ele perguntou olhando para mim, sorri fraco acentindo.
- Obrigado. - disse quase em um sussurro.
- Não precisa agradecer. - ele disse sorrindo fraco. - Hãn... do que realmente está com medo? - ele perguntou olhando pelo quarto.
- Não sei exatamente. Só estou com medo, senti uns calafrios... mas... ah slá. - disse toda confusa, fazendo ele rir fraco.
- É estranho. Mas acho que não tem nada aqui.
- Verdade. - concordei agora olhando para o nada.

Ele levantou-se fechando a porta do quarto, apagou a luz e caminhou até a cama novamente, sentando do meu lado, encostado na cabeceira da cama.

- Oque está fazendo? - perguntei o olhando.
- Esperando você dormir - ele sorriu fraco.
- Sério que vai... ? - perguntei surpresa.
- Eu disse que ia esperar você dormir. Então acho melhor você fazer isso... sabe, dona Pattie esta empolgada com sua presença, ela quer te levar pra conhecer a cidade amanhã.
- Sua mãe é incrível. - disse sorrindo para o nada.
- É, ela é. - concordou com o mesmo sorriso.

Ficamos em silêncio, me ajeitei na cama, deitando-me, meu sono havia ido embora. Oque fazer?

- Está sem sono? - ele perguntou vendo-me parada olhando o teto.
- É, parece que perdi. - disse e virei minha cabeça encontrando seu olhar.
- Eu também. Oque faremos?
- Não sei. Agente não se vê á tanto tempo... então me conta sobre você. - sugeri mesmo não sabendo se queria aquilo.
- Não é uma má idéia. Me faça perguntas, é melhor...
- Tá... - parei para pensar um pouco - Uma cor?
- Roxo - ele respondeu rapidamente, como se tivesse já na ponta da linguá.
- Cantor favorito?
- Michael Jackson. - ele sorriu fraco.
- Cantora favorita? - o olhei
- Beyoncé. - ele sorriu de orelha a orelha.
- Sério? Acho ela incrível.
- Ela é mesmo incrível, e tem um belo corpo. - disse sorrindo, fazendo-me rir.
- Já sei, ela é a mulher dos seus sonhos, muito talentosa, sexy e gostosa? - perguntei rindo, Justin me olhou e concordou rindo.
- Continuando... - me ajeitei na cama, sentando encostada na cabeceira da cama - Qual foi a coisa mais ruim que você já fez?
- Eu disse não a Dora, quando ela pediu minha ajuda. - ele respondeu com cara de lerdo, que eu não me segurei, acabei rindo muito.
- Ah meu Deus. - ele riu comigo. - Eu também já disse não á ela... e ainda mandei ela para aquele lugar. - ele riu - Tipo, ela fala assim ''Onde está o oceano? Eu não consigo ver'' ai você pensa ''Mano, tá em baixo de você...'' É muita burrice pra mim.

Ele riu.

- As vezes a coisa tá na cara dela, mas ela diz ''Não consigo ver, onde está?'' - ele disse fazendo gestos com as mãos. - É chato. - rimos.
- Dia ou noite?
- Noite. - ele sorriu sapeca.
- Por quem você lutaria, mesmo sem forças, mesmo sem poder?
- Pela minha mãe. - ele sorriu, fazendo-me sorrir - E você?
- Pelos meus pais. - disse meio cabisbaixa.
- Eu sinto muito por eles. - ele disse sincero.
- Tudo bem. - forcei um sorriso.
- Eu sei que não está bem...
- Porque acha isso? - olhei em seus olhos.
- Porque está em seus olhos o quanto dói ai... - ele apontou para meu peito, ou seja meu coração.
- Tão na cara assim? - perguntei meio lerda.
- Na cara não, nos olhos. - disse com cara de lerdo, que me fez rir fraco.

Ficamos em silêncio.

- Vou te contar uma coisa. Eu peguei minha mãe chorando hoje, e quando eu perguntei oque havia, bem ela disse que era você...
- Eu? - o interrompi confusa.
- Sim, você se parece muito com sua mãe, e ela sente falta. Mas sabe... eu vou dizer a mesma coisa á você, oque disse á ela. Ficar triste não vai adiantar nada, seus pais não gostariam, certo? - acenti - Eu sei que ainda é muito cedo, mas você tem que orar e pedir á Deus que ele acalme seu coração, porque seus pais estão em um lugar melhor, eles te amam e ... não querem ver a filha triste.
- Tem razão. - forcei um sorriso. - Obrigado. E obrigado por ficar aqui comigo, a medrosa.
Ele riu fraco pelo nariz.
- Já disse que você não precisa agradecer, eu faria isso por qualquer pessoa... mas você não é qualquer pessoa, é minha prima, minha família. - ele me abraçou de lado, confortando-me em um abraço aconchegante.
E só do que eu preciso, abraços.

- Acho melhor eu dormir. - disse assim que ele me soltou.
- Também acho.- concordou rindo leve.
- Vai ficar ai mesmo?
- Sim, até você dormir.
- Então ob...- ele levantou a mão antes que eu terminasse. - Boa noite Justin. - me virei para o lado.
- Boa noite.

[...]

Acordei sentindo algo me balançar fraquinho. Fui me virando preguiçosamente, abrindo os olhos da mesma forma, dando de cara com olhos perfeitos.
- Ei, minha mãe pediu que eu te acordasse. - Justin disse baixinho.
- Uh, é... que horas são? - cocei os olhos tentando tirar um pouco do sono.
- Hora de moça levantar. - ele sorriu sapeca saindo do quarto.

Sentei-me na cama, esticando meus braços, fazendo meus ossos darem um pequeno estralho. Levantei-me da cama em direção ao banheiro, onde lavei o rosto e escovei os dentes, peguei uma toalha no armario e fui tomar um banho. Escolhi uma roupa e vesti. Prendi meu cabelo e coloquei o meu chapéu favorito que Selena me deu no aniversario do ano passado.
Passei uma leve maquiagem para disfarçar minhas olheiras que estavam meio visíveis. Coloquei meu celular no bolso e desci. Tia Pattie estava sentada em uma banqueta enquanto Justin fazia algo no fogão.
- Bom dia Isa. - disse tia Pattie me dando um abraço.
- Bom dia tia. - sorri.
- Está linda. - ela olhou-me de cima á baixo.
- Ah, não é nada demais. Mas obrigado. - sentei-me em uma banqueta ao seu lado.
- Justin está fazendo ovos mexidos.
- Já que ela não sabe cozinhar. - ele disse rindo, virando para nós.
- Então quem fez aquela lasanha? - perguntei confusa.
- Fui eu. - Pattie respondeu meio receiosa.
- Mentira, ela comprou pronta e colocou no forno. Simples. - disse Justin prendendo o riso.
- Ok, não vamos falar dessa parte que eu sou fracassada e vamos focar nos ovos mexidos....Porque to com fome. - disse fazendo-nos rir.
- Quer bacon? - perguntou Justin aproximando a panela no prato.
- Hum, parecem bons. - disse lambendo os lábios, apreciando aquelas pequenas tiras de bacon frito, que exalavam um ótimo cheiro.
- Toma.... - Justin sorriu colocando os mesmo no meu prato, em seguida os ovos, sussurei um breve ''obrigado'' e comecei a comer, assim como todos.
- Justin disse que ontem você teve um pesadelo... - disse tirando-me a atençao dos ovos. 
- É, sim. - respondi meio rapido, por estar de boca cheia.
- Está melhor? 
- Uhum. - respondi brevemente. 
- Sabe, eu gosto de queijo, acho que vou comer queijo hoje... Queijo é bom. MUITO BOM - Justin gritou fazendo-nos rir.



Continua?

Eu concordo Justin, queijo é otimo. LOL

Obrigado pelas palavras, vocês conseguem me animar o minimo que seja, eu venho aqui... leio os comentarios e sorrio.
Everthing's gonna be allright...
Essa música vem na minha cabeça quando eu estou mal, e vocês tem razão, vai tudo ficar bem... com um tempo mas vai.
E obrigado mesmo.

Parece que vou mesmo me mudar, amanhã. Então já sabem, eu não sei quando vou postar assim que chegar na tal cidade.
Eu vou fazer de tudo, acreditem.
Só não me abandonem se eu demorar para postar. :c
E se eu demorar,quando eu postar vai ser aquele capitulo, aquele capitulo grande mesmo.

E gente, eu sei que muitas não gostam da Selena, mas ela mal vai aparecer na historia, não se preocupem..

vai chover gente... tenho que ir, a net fica ruim na chuva.
beijo amo vocês demais.
E bem vinda as leitoras novas. <3

17 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 2


Me virei, e você roubou meu coração, com só um olhar.



Justin P.O.V

Depois de tanto minha mãe insistir, fui ao mercado comprar oque ela havia pedido, minha prima estaria chegando agora e acho que estou meio animado, talvez bem animado, faz tempo que eu não a vejo, tipo acho que eu nem me lembro da ultima vez eu á vi.

Parei meu carro de frente a minha casa, por preguiça de colocar agora na garagem. Desliguei e rádio, peguei as sacolas das compras que estavam no bando do passageiro, e sai cantarolando a música que ouvia segundos atrás, U got it bad, do Usher. Olhei rapidamente a janela da cozinha, vendo uma movimentação na mesma.
- You got it you got it bad, when you're on the phone, hang up and you call right back... - cantarolei em direção a porta, rodando a maçaneta lentamente, abrindo a porta em seguida. - You got it you got it bad, when you miss a day without your friend your whole life's offtrack. - cantarolei mais alto, entrando em casa, caminhando até a cozinha. - Woooo, you got it you got it bad,  when you're on... th.. the...ph...  - me embaralhei na música, quando vi uma garota sentada na banqueta, de frente ao balcão. Então, aquela é minha prima? Seus cabelos eram grandes, no meio das costas, enrolados nas pontas, com uma pequena franja cobrindo na testa. Curiosa, ela desviou seu olhar de seu prato de lasanha, agora olhando para mim, encontrando meu olhar, e eu podia jurar que senti minhas bochechas queimarem, e um arrepio passando sobre meu corpo.

- Justin, ainda bem que chegou. - minha mãe disse aproximando-se, pegando as sacolas da minha mão. - Bom, acho que vocês não lembram um do outro, certo? Bem, Justin, sua prima Isabella. Isabella, seu primo Justin. - disse animada, indo até a pia.
- Oi. - Isabella disse sorrindo, ainda meio tímida.
- Oi. - respondi com o mesmo sorriso, sentando-me em uma banqueta do outro lado do balcão, de frente para ela. Agora mais perto pude reparar mais em seu rosto, seus cabelos lembravam um pouco os de minha mãe antes dela pintar de preto, seus olhos eram da cor dos meus, só que um pouquinho, pouca coisa mais claro, e eram profundos, tristes, ela pode até sorrir, mas seus olhos lhe entrega, mostra o quanto ela sofreu, e suas pequenas olheiras, denunciam os longos dias que ela chorou. Seus lábios eram rosados, mas um rosa bem clarinho, e brilhavam acho que estavam com gloss. Ela desviou o olhar, percebendo meu olhar sobre ela.

- Aqui seu prato Justin. - disse minha mãe colocando um prato, com um pedaço de lasanha na minha frente.
- Obrigado rainha. - a olhei rapidamente, vendo ela sorrir.
Comecei a comer sem olhar para ninguém  estávamos em silêncio, e isso era meio estranho. Isabella levantou-se, levando seu prato até a pia.
- Tia, se não se importa eu vou dormir. Estou cansada. - ela sorriu torto.
- Tudo bem querida. - disse minha mãe doce - Uh, Justin ajude Isa a levar as malas dela ao quarto, aquele que eu arrumei. - fui dizer algo mas Isabella disse primeiro:
- Não, não precisa, você nem terminou de comer. - olhei para meu prato, onde havia apenas um pedaço, rapidamente espetei o mesmo e levei rapidamente até a boca.
- Pronto. - disse de boca cheia, fazendo ambas rirem. Levei meu prato até a pia, e coloquei lá mesmo, terminando de mastigar rapidamente. Bebi rapidamente um gole de suco para empurrar a comida.
- Uh, então boa noite tia. - ela disse indo até minha mãe, dando-lhe um beijo no rosto.
- Boa noite Isa. - andamos em silêncio até a escada, onde vi duas malas grandes e uma pequena. Isabella foi até a sala e pegou uma pequena bolsa, colocando-a no ombro. Ela parou do meu lado, analizando-me enquanto eu pegava uma das malas, alias tentava, oque tem ali dentro? Pedras?
- Está pesada? - perguntou dando meio riso.
- Uh, só um pouquinho. - ela riu fraco.

Depois de 15 degraus, um pequeno infarte, eu quase morri na escada com aquela mala enorme e pesada, apontei para uma porta e Isabella abriu a mesma, entrando em seguida, passei pela porta com dificuldade, levando a mala até um canto perto da cama.

- Bem... - comecei a dizer ofegante. - Minha mãe tentou arrumar o quarto de um jeito, mas ela não sabia dos seus gostos, então...
- É perfeito. - sorriu parando de olhar o quarto, agora olhando para mim.
- Vou buscar a outra mala. - disse saindo dali meio sem graça. Desci as escadas rapidamente, pegando a outra mala e subindo devagar, essa estava mais leve, então não sofreria tanto.
Parei no ultimo degrau para respirar fundo, arrastei a mala até o quarto. Isabela estava sentada na cama, com um celular na mão, uma carinha triste mas que foi mudada assim que entrei no quarto.
- Obrigado. - ela sorriu fraco.
- Ér.. se precisar eu estou no quarto do lado. - disse meio sem jeito.
- Ah sim. - ela sorriu, sorri de volta, fechando o quarto. Em seguida passando pela porta do meu quarto, fechando a mesma.
- Coisa feia Justin, ficar mexido com sua prima. - disse rindo, indo até o banheiro.

Isabella P.O.V

Passei meu dedo sobre a coberta macia que cobria a cama, já sentindo o sono me invadir. Meus olhos ardiam, e as lagrimas invadiam meu rosto. Selena havia me mandado uma mensagem, dizendo o quanto estava mal, que já sentia minha falta.

Olhei rapidamente por aquele quarto, que Justin havia dito que tia Pattie havia arrumado com muito carinho. A, Justin, meu primo loiro bonitão, dos olhos mel.  Ele mudou bastante, cresceu muito desde a ultima vez que nos vimos, pelo menos a vez que eu lembro, ele era pequeno e nem era tão bonito como está agora. E pudia jurar que ele ficou me secando no jantar.

Levantei-me da cama, enxugando as poucas lagrimas que deixei cair, comecei a abrir as malas para pegar meu pijama, avistei o guarda roupa e não pensei duas vezes em já arrumar minhas roupas lá.

Tirei uma por uma, dobrei e guardei, todas no guarda roupa, que ocupou uma boa quantidade. Depois de guardar tudo, separei meu pijama e entrei no banheiro, sim meu quarto é uma suite e eu estou bem animada com isso. Tomei um banho rápido, apenas para tirar o cansaço, sai e vesti meu pijama, passei um hidratante que me deixava mais relaxada. Voltei para o quarto e me sentei na cama, olhei o relógio que agora marcava quase meia noite. Digitei uma pequena mensagem de boa noite á Selena e tirei o cobertor, levantei-me e apaguei as luzes deixando apenas a do abajur, em seguida deitei-me na cama, relaxando meu corpo sobre ela, e sentindo o colchão extremamente macio, diferente do meu que era meio duro e velho, mas por opção, porque eu amava.

Deixei meu celular sobre o criado-mudo, virei para o lado, encarando o lado de fora da janela que estava fechada apenas a parte do vidro, que dava uma vista para o céu, que agora mostrava um céu nublado, tipico do que eu ouvi dizer que é Los Angeles. Mas eu sou acostumada e frio não será problema para mim.
Suspirei alto, deixando poucas lagrimas caírem  o fato é que eu não queria estar ali, não que eu não goste de tia Pattie e morar com ela, mas eu sinto falta dos meus pais, de Selena, e me acostumar com essa cidade grande vai ser difícil  Eu não sei dizer ao certo, mas talvez seja medo de sofrer tudo outra vez, e eu já tenho problemas demais para isso. Estiquei as mangas das blusas fazendo meus pulsos doerem um pouco, em seguida levantando mais o cobertor sobre meu pescoço, me aconchegando nele.
E entre lagrimas nos olhos, acabei pegando no sono.

Justin P.O.V

Depois de um longo banho para relaxar, sequei meu cabelo e desci pra assistir um pouco de televisão, já que amanhã é sábado mesmo e posso acordar tarde. Estava passando algum filme de terror, mas eu nem prestava atenção direito.

Decidi ir dormir, desliguei a tv e apaguei todas as luzes, subi as escadas devagar pela pouca iluminação nelas, tropeçando no ultimo degrau fazendo um quase dar de cara na parede. Ri daquela quase tombo ridículo  e pude perceber a porta do quarto da minha mãe entre-aberta, a luz estava ligada e eu podia ver ela sentada na cama, olhando para a janela. Não pensei duas vezes em entrar, afinal não havia dado boa noite á ela.

- Mãe?! - disse me aproximando da cama para sentar do seu lado. Ela virou assustada e só ai eu percebi que ela chorava. - Oque aconteceu?? - perguntei preocupado abraçando ela de lado.
- Isabella. - disse num fio de voz, me apertando.
- Oque tem ela mãe?! - perguntei passando as mãos nos cabelos dela.
- Ela lembra muito minha irmã, sua tia. Até o jeito de falar, a voz, a risada meio falhada e alta. - ela soltou dos meu braços e limpou o rosto - Eu olho para Isabella, eu vejo a Susy. - ela respirou fundo, tentando controlar as lagrimas.
- Oh mãe, não fica assim, você sabe que eu não gosto. - disse abraçando-a novamente.
- Eu só sinto falta da minha irmã. - ela fungou.
- Eu sei que não á vi muitas vezes, mas eu sei o quanto ela é importante pra você, e pra mim também. Mas sabe... se Deus quis assim, foi o melhor, bem talvez não, mas Ele sabe oque faz. E agora ela está em um lugar melhor. - tentei conforta-la, mas me atrapalhei um pouco.
- E Justin... - ela afastou-se limpando as lagrimas - Só Deus sabe o quanto eu estou sofrendo, isso porque ela era minha irmã, minha melhor amiga, só que eu não via ela, alias á um bom tempo, até anos. Mas Isabella está sofrendo mais do que nós, ela á via todos os dias, era mimada e amada, e ela parece ser forte com aquela mega sorriso no rosto, mas Susy sempre me dizia o quanto ela é fraca, o quanto ela é sensível  e como ela esconde a tristeza. Isa já sofreu muito, e agora perder os pais, ninguém sabe oque ela tá sentindo... agente diz que sente muito, mas ... - ela fungou - Ela precisa de nós agora, precisa do nosso carinho, e do nosso amor, somos a unica família dela agora. Me promete uma coisa...
- Sim, oque?
- Me promete que vai tratar Isa, como se ela fosse sua irmã, vai protege-la, e ama-la? - ela pediu olhando nos meus olhos.
- Eu prometo. - disse sincero, arrancando um sorriso de minha mãe, fazendo com que eu sorrise de volta.

Talvez não seja uma má ideia ficar do lado de Isabella agora, ela está frágil e só Deus sabe oque se passa naquela cabeça, e ela é minha prima, minha família  meu sangue. Eu não sei oque ela está sentindo, mas imagino, eu nunca imaginei como deve ser perder os pais assim de uma vez, mas agora parando pra pensar, deve ser uma das piores dores do mundo.

Se você parar bem pra pensar agora, imagina perder seus pais, ficar sem todos aqueles mimos, sem aquele carinho que eles, apenas eles conseguem te dar. Imagina chegar da escola e não ter sua mãe na cozinha preparando o almoço, ou te esperando de braços abertos com um sorriso no rosto, recebendo você com carinho, beijos e abraços. Ou não ter seu pai pra te ajudar nas lições de casa, assistir televisão com você, ver filmes, ou quando tem especial de dia dos Pais, não ter uma para levar a escola, para homenagear ele... Pare e pense sobre isso, e depois reflita. Dê valor no seu pai e na sua mãe, eles são únicos e infelizmente não são eternos. E vai ser nesse dia, nesse dia que você vai sentir falta até de quando eles te davam lição de moral, brigavam com você por ficar horas no computador, ou por ter tirado alguma nota vermelha na escola, até mesmo porque deixou de fazer algo. Só ai que você percebe que devia ter aproveitado mais, devia ter obedecido, mas vai perceber que é tarde de mais, e tudo vai acabar em saudades, dor e arrependimento, então reflita.

- Agora para de chorar, porque temos que ser fortes por Isabella, esqueceu? - disse abrindo um sorriso para minha mãe.
- É verdade, temos que ser forte. - ela concordou limpando as lagrimas e abrindo um sorriso. - E amanhã, você vai leva-la pra conhecer a cidade, ok? Alias, nós vamos.
- Tudo bem. - concordei levantando-me. - Então acho que temos que dormir... Boa noite rainha. - beijei sua testa.
- Boa noite bebê. - ela riu.
- Mãe, não corta o clima. - disse fazendo cara feia.
- Bobinho, vai dormir vai... - ela disse me empurrando para fora do quarto rindo, em seguida bateu a porta.
Ri fraco e fui direto para meu quarto, fechei a porta e me taquei na cama, na esperança de sentir o sono chegar.





Continua?



Eai, oque acharam do segundo capitulo? 
Comentem de montão e divulguem? Please. 
Vamos aumentar essa familia... NOSSA parei. LOL

Enfim, lembra que eu tinha que falar uma coisa importante, bem é o seguinte... Minha mãe inventou de mudar de sao paulo, e bem... eu vou me mudar para o interior - e cara, eu estou muito mal por isso - Vou deixar uma vida, praticamente aqui, porque é aqui que eu fiz meus verdadeiros amigos. 
E por esse motivo, bom... eu não sei se lá eu vou ter internet como eu tenho aqui, mas eu tenho o moden da tim, só que vocês sabem... é uma merda.
Eu não quero deixar de postar aqui, JAMAIS deixarei de postar, mas como eu não sei como vai ser lá, talvez eu demore muito pra postar... eu vou dar meu jeito.
EU PROMETO.

Tem um lado bom de tudo isso, minha mãe vai abrir uma pizzaria lá, e eu vou trabalhar nela. Pelo menos vou na believe tour u.u 
Ninguem vai me impedir, e eu fiz ela prometer que deixa eu vir em Sao Paulo só pro Biebs.
Eu sou uma Belieber, e não vou desistir, ainda quero muito.
Muito, e de verdade abraçar o Justin....

Enfim, era isso....
Divulgando: www.apenasimaginebeliebernsn.blogspot.com

eu ainda irei te abraçar e olhar em teus seus, dizer o quanto eu te amo.
Sério, as vezes eu acho que amo o Justin, mais do que devia... se é que vocês me entendem.


16 outubro 2012

Stole my heart - Capitulo 1

I'll miss you.


Coloquei minha ultima mala no táxi e fechei o mesmo, virando-me de frente para a casa, a minha casa, seria a ultima vez que eu a olharia assim, o lugar onde eu praticamente nasci, onde passei boa parte da minha infância. E agora, aqui estou eu, com malas prontas, destino á Los Angeles, á um lugar que nunca imaginei que moraria um dia.

- Tem certeza que não quer que eu vá com você até o aeroporto? - Selena perguntou tirando-me do meu pequeno transe.
- Obrigado Sel, mas eu prefiro assim, se você for será mais dificil de dar tchau.. - disse agora olhando para ela.
- Tudo bem. - ela disse visivelmente triste - Sua bolsa. - Disse me entregando minha pequena bolsa de ombro, peguei a mesma com certa dificuldade, pois estava bem pesada, por conta dos livros e cds que levaria comigo. - Promete me ligar todos os dias? - ela perguntou com lagrimas nos olhos.
- Por favor, não chora. - disse já chorando, envolvendo-a em um abraço.



- Eu vou sentir saudades. - ela disse com voz de choro, fazendo meu coração se partir mais do que já estava partido.
- Eu já estou com saudedes. - nos afastei, limpando meu rosto com as pontas dos dedos.
- Promete me ligar todos os dias? - ela repetiu a pergunta de segundos atrás.
- Sim, se possivel todas as horas. - disse fazendo com que ela risse fraco.
- Eu amo você. - ela disse liberando um soluço.
- Eu também amo você. - a abracei fortemente, Selena é minha melhor amiga, minha irmã, somos quase as mesmas. Eu definitivamente não sei oque eu seria sem ela, principalmente na noite passada, onde passou o tempo todo acordada, me consolando, dando-me forças para que eu não fizesse algo de errado, até mesmo um suicido.

Ontem havia sido o velório dos meus pais, eles morreram em um acidente de avião, maldito avião, no qual daqui a pouco eu estaria pegando um rumo á uma nova vida, novas pessoas. Um lugar completamente diferente de onde estou agora, Los Angeles nunca foi uma cidade na qual escolheria morar, mas minha tia, Pattie pra ser mais exata, foi a unica da família que escolheu, que abriu as portas de sua casa, para que a órfã  é triste falar assim mas é a verdade, enfim ela com o coração mole, grande e bondoso abriu mão de certas coisas pela minha guarda, por mim. Eu á vi poucas vezes, mas sei a boa pessoa que é... ela é como a mamãe, tão generosa, carinhosa, impossível você estar perto e não sentir-se bem.

- Para onde? - o taxista perguntou assim que adentrei no carro.
- Aeroporto, por favor. - disse brevemente antes de voltar meu olhar para a Selena ao lado de fora, que estava aos prantos, me partia vê-la assim, era a ultima coisa que eu queria no momento, deixar alguém triste, odeio ver as pessoas tristes. Ela acenou para mim com certa dificuldade, forcei meu melhor sorriso e acenei assim que senti o carro começar a andar.
Aproveitei no caminho para olhar pela ultima vez aquela cidade, aquela pequena cidade, mas linda, de todas as formas Hamilton, á 89 km de Stratford, de todas as formas é bonita, mesmo com sua pequena quantidade de habitantes, nunca irei me esquecer de como fui feliz aqui.
O carro foi parando de frente ao também pequeno aeroporto, peguei minha bolsa já colocando-a nos ombros e saindo do carro, o taxista me ajudou com as poucas malas que eu havia arrumado, ele tirou a maior e em seguida a menor, coloquei as duas em um carrinho que estava próximo de nós, paguei o taxista, em seguida sai andando pelo aeroporto. Já com passagens em mãos, segui para a fila do check in.
Não conseguia parar de pensar como deve ser a casa da dia Pattie, eu a vi poucas vezes na casa da vovó em Stratford, e posso afirmar que isso já tem um bom tempo, tipo alguns anos. Mamãe e papai sempre foram ocupas com o trabalho, por isso não viajavam muito comigo, oque me deixou pior.
Já estava na sala de embarque, abri preguiçosamente a garrafa de aguá que havia acabado de comprar, levei a mesma até a boca, deixando que aquele liquido sem gosto algum passasse rapidamente por meus lábios, em seguida já sentindo ele chegar em meu estômago, dei mais alguns goles, e rodei a tampinha rapidamente, fechando a garrafa.

Chamada para o voo 327, embarque no portão 6.

Aquela seria minha deixa, joguei a garrafa d'água na bolsa a fechando-a em seguida, joguei a mesma no ombro, levantando-me um pouco meu corpo peguei meu celular no bolso, mandei uma breve mensagem á tia Pattie, avisando que sairia em alguns minutos, desliguei o celular e o joguei na bolsa. Andei com calma até o avião, não tinha pressa afinal aquela foi a primeira chamada. Mostrei a passagem para a aeromoça, ela sorriu para mim, e apenas sorri fraco, sem mostrar os dentes, não estava afim de ser gentil no momento. Caminhei até minha poltrona um pouco nos fundos do avião, pisquei duas vezes tendo certeza de que era ali mesmo.

- Sua poltrona? - o garoto que sentava ali perguntou sorrindo, deixando mostrar suas covinhas incrivelmente sexy, junto com um belo sorriso colgate.
- Sim. - disse brevemente tímida  mas com um sorriso no canto dos lábios. Ele sorriu afastando um pouco as pernas para que eu pudesse passar, sorri torto passando por ele, em seguida sentando-me calmamente na poltrona aveludada, causando uma sensação gostosa sobre a pele.

Ajeitei meu corpo sobre a poltrona, me esticando melhor, fazendo com que alguns ossos do meu corpo soltasse um pequeno estralo.

- Sou James. - o garoto ao meu lado disse chamando minha atenção á ele, levantei meu olhar agora encontrando seu belo par de olhos azuis, ele tinha a mão esticada, esperando que eu apertasse em cumprimento. Forcei meu melhor sorriso naquele momento e apertei sua mão.
- Sou Isabella. - sorri amarelo.
- Lindo nome. - disse soltando nossas mãos.
- Obrigado - sorri tímida  E ficamos em silêncio, dei minha última olhada nele, podendo reparar melhor em sua aparecia, cabelos loiros claros e bagunçados, pele branca como as minhas, olhos azuis, da cor do oceano  Ele vestia uma camisa simples branca, junto com uma bermuda jeans claro e um all star de cano longo preto. Me pergunto como ele não está morrendo de frio, digo, estamos no inverno, Hamilton é sempre muito frio nessa época, mais frio do que qualquer outra cidade.

- Está indo para onde? - puxou assunto, fazendo com que eu risse - Está rindo de que? - ele riu analizando-me.
- Já notou que estamos no mesmo avião para Los Angeles? - disse dando meio riso, encontrando seus olhos. Ele olhou para mim rapidamente em seguida soltou uma risada contagiante, que me fez rir.
- Desculpa, é que eu sou meio lerdo. - ele disse rindo.
- Bem vindo ao time. - disse sorrindo.
- Também é lerda?
- Oi? - brinquei, fazendo ele rir.
- Você é engraçada. - comentou parando de rir.
- Você é fofo. - sorri vendo que fiz ele sorrir novamente, pra te dizer a verdade eu faria qualquer coisa pra ver aquele sozinho que vem acompanhado por belas covinhas, é estranho.


Duas horas de voo.

- Já estamos chegando. - disse avistando a bela cidade grande do lado de fora, pela pequena janela.
- Nossa, passou rápido. - comentou James ajeitando-se na poltrona, arrumando suas coisas em sua mochila.
- Me passa seu telefone? - não sei de onde criei forças e coragem para perguntar isso á James. Ele sorriu de canto pegando o celular da minha mão, fazendo com que eu o encarasse de cara feia, ele riu de minha cara e devolveu-me o celular. Levantei-me da poltrona sorrindo por sentir a sensação otima de estar de pé depois de horas, joguei minha bolsa sobre meu ombro a caminhei até a porta, onde James ia na minha frente. Ele parou do nada, me assustando levemente.
- Te vejo qualquer dia?! - ele perguntou sorrindo.
- Sim. - sorri tímida.
- Então até mais, Isa. - ele aproximou-se, dando em seguida um beijo estalado no meu rosto, me arrancando um sorriso tímido.

Depois de pegar minhas malas, passei meu olhar rapidamente pelo aeroporto enorme comparado ao de Hamilton, muitas pessoas correndo até filas, apressadas pelo primeiro voo que tivesse, outras correndo para ver seus familiares chegando, pessoas até mesmo dormindo nas cadeiras visivelmente descofortaveis. Era tudo meio aterrorizante, pelo menos para mim que sempre fui acostumada com lugares calmos, eu definitivamente não sirvo para cidade grande. Liguei meu celular, e assim que ele iniciou uma mensagem surgiu, no mesmo instante pensei. Tia Pattie. Na mensagem dizia que eu deveria pegar um táxi até o endereço que ela colocou, pois estava ocupada e não teria como me buscar, apenas suspirei saindo para fora do aeroporto, muitos táxis parados, e não pensei muito em escolher, fui no primeiro que eu vi desocupado. Dei a morada para o taxista e o mesmo deu partida no carro.

Pelo pouco que eu pude ver, Los Angeles era mesmo a tal cidade luz, muita luz mesmo, eu não vejo graça alguma mas é uma cidade bonita, de pessoas luxuosas, coisa que eu nunca fui, nunca precisei ser. Olhava tudo meio abobada, como essas pessoas podem colocar tantas coisas em um lugar só, digo, tantos anuncios misturados nas ruas, tantos carros andando, talvez eu não goste de carros, pelo simples fato de sempre estar andando de bicicleta pela cidade.

Suspirei alto percebendo como seria minha vida ali.

O táxi foi parando de frente á uma casa incrivelmente linda e digamos... grande, bem diferente da pequena casa onde eu morava. Sai do carro ajeitando minha bolsa no ombro, admirando a casa. Logo tia Pattie saiu com seu melhor sorriso, seu fiel companheiro sorriso contagiante no rosto, foi impossível não sorrir ao vê-la.

- Isabella querida, achei que nunca mais chegaria. - ela me envolveu em um abraço apertado. - Está bem? - ela se afastou.
- Sim, e a senhora? - perguntei sem jeito.
- Ah por favor, tia... ou Pattie, mas sem o senhora, não sou tão velha assim, sou? - ela perguntou de forma engraçada que me fizesse rir fraco.
- Não tia, está linda.
- Obrigado. - ela sorriu - Deve estar cansada. - ela disse me ajudando com as malas.
- Ah, um pouquinho. - mentira, estou morrendo de sono, e principalmente fome.
- Vamos entrar, você chegou na hora certa, a janta está pronta. Só mandei Justin ir ao mercado comprar suco. - ela abriu a porta.
- Justin? - disse confusa.
- Uhum, meu filho. - ela sorriu brevemente - Acho que não se lembra dele, á ultima vez que se viram, eram pequenos demais. - Não disse nada, apenas sorri fraco, agora tendo algumas lembranças de Justin pequeno correndo pela casa na noite de natal. - Deixe as malas aqui, vou pedir para ele levar para você depois.
- Ah não precisa tia, eu levo.
- Não, estão pesadas, vai acabar se matando toda nessas escadas. - ela disse antes que eu pegasse as malas. - Agora venha comer, deve estar faminta. - você lê mentes tia? Ela adentrou na cozinha, e eu meio sem jeito á segui - Sente-se. - ela disse gentil apontando para as banquetas. Me sentei nas mesmas observando ela tirar uma forma do forno, liberando aquele cheirinho bom de lasanha pela cozinha, fazendo com que meu estomago se agitasse e roncasse alto.

Ela pegou três pratos e colocou sobre o balcão, partiu a lasanha com uma grande colher, distribuiu os pedaços no prato, me entregando um deles, em seguida deu-me os talheres.

- Gosta de lasanha? - perguntou puxando assunto.
- Eu amo. - sorri largo encarando o grande pedaço a minha frente, dei uma primeira garfada, liberando a sensação ótima que é ao comer.
- Como foi de viagem? - ela perguntou puxando assunto novamente.
- Uh, foi legal. - sorri.
- Sério? Viagens são sempre cansativas. - comentou levando em seguida um pedaço de lasanha até a boca.
- Pra falar a verdade, eu achei ela meio rápida. - disse assoprando o pequeno pedaço de queijo.
- Hum, é? - disse desconfiada.
- É. - ela riu
-Conheceu quem na viagem? - ela disse como se fosse obvio, mas era o obvio.
- Ah tia, ninguém. - olhei para ela, e ambas rimos. - James, ele é legal.
- Eu sabia, ele é bonito?! - disse sorrindo, é estranho falar de garotos com outra pessoa á não ser a Selena.
- Tia! - a repreendi tímida, fazendo ela soltar um risada que foi impossível não rir.
- Você já terminou á escola certo? - disse puxando assunto novamente, apenas acenti com a cabeça por estar de boca cheia - Sabe oque quer fazer, digo... Justin está na faculdade, mas se você não quis...
- Não,  eu quero sim. - sorri sem mostrar os dentes.
- Ótimo  não vai ser difícil conseguir uma bolsa pra você, suas notas são impecáveis  - ela sorriu mostrando certo orgulho - Justin também tem notas perfeitas, mas eu me arrisco a dizer que ele tem preguiça em matemática. - ela riu.
- Sério?! Eu amo matemática. - comentei.
- Eu percebi. Sua média bimestral na escola em matemática só tem 10. Quer fazer faculdade de que?
- Hum... - fingi pensar um pouco - Papai sempre quis ver me fazer faculdade de medicina...
- Então vai fazer medicina? - ela perguntou mostrando um pouco de animação.
- Não sei... eu não quero. - rimos - Pra falar a verdade, eu sempre gostei de música.
- Faculdade de música, certo... me lembre isso. - ela pensou alto. - Ouvi dizer que você canta muito bem.
- Justin faz faculdade do que? - perguntei ignorando oque ela havia falado.
- Direito, mas pra te dizer a verdade, não consigo ver o Justin sendo um advogado. - ela riu fraco. - Eu queria que ele fizesse faculdade de música, mas ele diz ''Ah mãe, e se ninguem gostar de mim?'' - Ela tentou fazer uma voz grossa, fazendo-me rir - Mas eu sempre digo para ele tentar...

Ouvi uma movimentação do lado de fora, junto com uma voz rouca que cantarola algum tipo de música, se eu não me engano era alguma música do Usher, U got it bad.
Pattie sorriu para mim, e largou o garfo.
- É o Justin. - ela levantou-se da cadeira.





~ continua ? ~

Gente, eu entrei escondido, digo, aproveitei que tenho que fazer uns trabalhos e entrei. 
Oque acharam do primeiro capitulo? 
Eu sou pessima para começar historia.
Mas enfim, eu gostei. Gostaram? 

Depois amanhã, quando eu for postar o segundo, eu preciso explicar uma coisa para vocês. É muito importante, e agora não dá.
No ultimo capitulo de MFV, eu não pude falar muito, eu tava na casa da bibia, e postei correndo porque minha mãe já estava chegando. Mas eu queria dizer obrigado por terem acompanhado a historia, foi muito especial, e eu gostei, alias amei bastante. 

Gente, quem ai lê In love with my best friend? Tipo ela tem mais de cem vizualizações do ultimo capitulo que eu postei, e dois comentarios. Poxa, assim me magoa. Eu pensei em apagar ela, como eu fiz com You belong with me. Vocês quem sabem....

Não esqueçam de comentar e dizer oque acha, você que me motiva a escrever, e me dá inspirações. 
Obrigado por sempre estarem aqui. I love all

MEU DEUS DO CÉU, HOMEM TO INDO NA SUA CASA TE PEGAR. wait for me

15 outubro 2012

My Favorite Vacation - FINAL

Ice cream.


Sentia uma leve tontura, nada que eu não conseguisse controlar, levei minha mão até a boca, em um ato de emoção, felicidade, tudo junto sabe. Assim que o pequeno avião passou por nós, e se perdeu de minhas vistas, eu ainda estava meio em choque, paralisada, imóvel, lagrimas cairam por contra própria, mas de um jeito controlado, se eu não tivesse tão chocada, pudia jurar que meu coração estava batendo tão alto, que até Justin conseguia escutar. Meu corpo estava mole, minhas mãos tremulas e suavam bastante, tentei procurar por ar, mas não consegui, deixando minha respirando ofegante aos poucos.
Justin - Anne? - ele disse preocupado, enquanto eu buscava ar - Ann, você está bem? - ele levou uma de suas mãos até minha coxa desnuda, ajoelhando-se do meu lado. Não consegui dizer nada, apenas tirei minha mão da boca, tentando buscar ar nos pulmões, mas estava dificil, acho que a emoção foi tanta que agora eu to passando mal.

Justin P.O.V

Tudo bem que eu sabia que ela iria surtar, mas não achei que fosse tanto ao ponto de estar passando mal agora, ela tinha os olhos fechados e pudia jurar que não conseguia respirar, suas mãos estavam tremulas, e assim que as peguei até me surpreendi, estavam suadas, eu agora estava entrando em estado de atenção, choque... desespero, e nem sei se quer se ela aceita casar comigo.
Segurei ela contra meu peitoral, ainda meio transtornado por ela estar assim, talvez eu devesse leva-la ao hospital mais próximo, agora a pergunta, onde?
Eu - Anne, fala comigo... me desculpa, achei que não iria reagir assim. - disse tentando obter algum sinal de vida dela, segundos sua respiração estava voltando ao normal.

Ela começou a rir, digo gargalhar mesmo.

Eu - Porque está rindo? - disse me ajeitando de lado, quando vi seu corpo deitar.
Anne - Isso foi ridículo. - ela abriu os olhos ainda rindo.
Eu - Oque, o pedido? - perguntei desapontado, será que ela não gostou?
Anne - Não Jus, minha reação, foi ridícula  - ela riu, agora levando sua mão até minha nunca, me puxando para perto. - Eu ainda to meio zonza, mas... - ela umedeceu os lábios - O pedido foi perfeito. - disse perto dos meus lábios, fazendo sua respiração bater no meu rosto, ela sorriu timidamente, me tirando um dos meus melhores sorrisos.
Eu - E então? - disse sorrindo.
Anne - Oque? - perguntou confusa.
Eu - Anne, você é lerda, sabia? - disse dando meio riso.

Ela riu.

Anne - Ah, o pedido, sim.
Eu - Olha se você qui... perai, você disse sim? - disse surpreso.
Anne - Sim, sim, sim, sim... - ela deu-me um selinho demorado.
Eu - Então, então... - soltei um riso - Pera, você aceitou, você aceitou. - disse animado, me levantando, saltitante pela areia. Ela levantou-se rindo, segurando meu rosto, colocando nossa testa, em seguida juntando nossos lábios, sua linguá rapidamente procurou pela minha, levei minhas mãos até sua cintura, a puxando rapidamente, colando nossos corpos, fazendo Anne arfar entre o beijo. Ela levou suas mãos até minha nunca,aprofundando acada vez mais o beijo, andamos novamente até eu senti a lençol, nos ajoelhamos no chão e eu fui deitando-a lentamente no chão, levei minha mão esquerda até sua coxa, levantando-a na lateral do meu corpo, e apertei a mesma com intensidade, deslizei a mão de sua coxa, até seu quadril, passando pela lateral da sua barriga, até chegar debaixo da blusa, apertando em seguida seu seio esquerdo, sem partir o beijo senti Anne sorrir.  Ela tirou uma de suas mãos da minha nuca, deslizando sobre meu corpo, passando pelo meu abdome  parando bem na beiradinha da minha cueca, ela fez um pequeno carinho ali, me deixando arrepiado, digo, completamente mesmo, ainda por fora da cueca, ela apertou levemente meu amiguinho, me deixando meio desnorteado, fazendo eu liberar um gemido que foi abafado pelo seu beijo. Parti o beijo, agora beijando seu pescoço, para pegar um pouco de ar, em seguida voltei ao seus lábios, mordendo os de leve, em seguida voltando á beija-los, nossas intimidades se chocaram, fazendo ambos soltar um gemido entre o beijo. Desgrudei nossos lábios ofegante, em seguida ia tirar sua blusa, mas ela impediu.
Anne - Justin, aqui não. - ela olhou para os lados.
Eu - Porque?
Anne - Estamos na praia, se alguém chega?
Eu - Anne, é uma praia particular. - a roubei um selinho
Anne - Mas alguém pode chegar..
Eu - Ok, você ficaria mais confortável se agente fosse ali na tenda?
Anne - Sim. - ela sorriu sem jeito.
Eu - Então vem. - levantei ajudando-a a levantar, e corri puxando sua mão, precisava dela, senti-la agora. Não estava mais tão claro, o sol já havia ido embora uma boa parte, deixando apenas uma pequena iluminação, permitindo que a lua nascesse entre as nuvens.
Assim que pisei na tenda, puxei Anne para um beijo, segurando sua cintura, colei seu corpo com o meu, ela não pensou duas vezes em rapidamente ceder o beijo, cambaleamos mais para dentro da tenda, pisando nas almofadas. Assim que senti o colchonete, não pensei duas vezes em deitar Anne com cuidado nele, eu poderia ter apenas empurrado ela, tudo bem que as vezes coisa selvagem,fora de si é bom, mas ela está grávida, ficaria preocupado.
Em um ato desesperado e rápido rasguei sua blusa, isso eu rasguei e joguei em algum lugar.
Anne - Justin! - disse me repreendendo. Apenas sorri sapeca encontrando seus lábios em seguida, os devorando. Ela levou suas mãos até a barrinha da minha blusa e a suspendeu, parti o beijo para que ela pudesse tirar, em seguida levei minhas mãos até os botões do seu shorts, abri os mesmo e ela deu um impulso para que eu tirasse, joguei em algum lugar.
O escuro já dominava o céu, apenas oque nos iluminava era a luz da Lua, com um brilho perfeito, deixando o clima mais romântico  Anne inverteu as posições, beijando-me no pescoço, em seguida grudou nossos lábios em um selinho rápido, e desceu os beijos pelo meu pescoço, peitoral, e parou no meu abdômen  me deixando arrepiado, completamente doido. Ela passou sua unha sobre meu abdome  parando na barrinha da minha cueca, levantou a mesma um pouco, pelo elástico e soltou fazendo-me gemer abafado, ela sorriu e me roubou um selinho, em seguida desabotoou minha bermuda, tirando a mesma em seguida, jogando-a em algum lugar, que eu não tive o trabalho de olhar agora. Seus beijos voltaram para meu pescoço, enquanto eu segurava sua cintura, ela foi descendo novamente, parando sobre minha tatto de pássaro  depositou um pequeno beijinho ali, em seguida passou sua mão ainda por cima da minha cueca, e sorriu sapeca. Deixando mais louco, exalando prazer.
Eu sei que muitos vão nos julgar, sei que até vão descordar com esse casamento, mas não somos tão jovens mais, somos maiores de idade, e completamente apaixonados. Eu pensei sobre isso durante dias, semanas, desde o ano passado venho com essa ideia na cabeça, Anne foi a garota, a mulher que eu escolhi pra passar o resto da minha vida, e agora com essa nossa idade, essa minha certeza, bem, eu sei oque eu quero, sei que não vou me arrepender, eu só quero terminar de fazer ela feliz, como tem sido nos últimos anos.
Quado me dei conta já estava dentro dela, com movimentos leves, que não machuque-a, mas ela estava inquieta, então acelerei os movimentos  enquanto ela cravou suas unhas nas minhas costas. A beijei abafando seus gemidos, a praia estava deserta, mas não vamos arriscar.
Senti minhas veias ficarem grossas, denunciando meu ápice  eu havia gozado, não tão diferente de Anne, seu liquido desceu quente, como brasa. Dei mais algumas entocadas leves, me tacando do lado dela em seguida.
Anne - Sabe, eu não sei mesmo se existe homem melhor que você. Justin, eu te amo. - ela selou nossos lábios, me arrancando um sorriso enorme.

5 anos depois. Stratford, Canadá, 14h34. Casa Justin, Anne.

Eu - Oi mãe, que saudade. - disse envolvendo minha mãe em um abraço apertado, assim que ela passou pela porta.
Pattie - Ah meu filho, as vezes eu me pergunto se você continua crescendo, mesmo adulto, ou se eu que estou encolhendo. - ela disse fazendo-me rir.
Eu - É uma boba mesmo. Mas sabe mãe, você continua linda. - depositei um pequeno beijo em sua testa.
Pattie - Obrigado. - ela sorriu - Onde está a minha pequena? Que saudades dela. - perguntou tirando o casaco e entregando-me.
Eu - Está lá em cima. - disse pendurando o casaco da minha mãe.
Pattie - E Anne?
Eu - Ela saiu para buscar sorvete. - disse dando meio riso.
Pattie - Ela ainda não perdeu essa mania?
Eu - Não, e mãe... acredita que ontem ela devorou um pote sozinha? - disse rindo.
Pattie - É, é meio difícil, mas eu acredito.
Eu - Mas sabe... eu não ligo, o sorvete nos juntou.
Pattie - Eu fico impressionada, depois de tantos anos, você ainda continuam na mesma sintonia, digo... esse amor que você tem pelo outro,  eu diria que depois do casamento as coisas pioram, mas com vocês... - ela pegou uma fatia de bolo que encontrava na sala de estar - É como se o amor so aumentasse, entende? Nunca vejo vocês brigando, ou se odiando por ai...
Eu - Eu amo muito ela. - disse sentando-me na poltrona.
Pattie - Eu sei disso, é bem evidente. E eu fico feliz, por você, por ela... é oque eu sempre pedi, que meu filho encontrasse alguém que o amasse, do jeitinho que ele é... mesmo desse jeito ai, retardado, idiota. - rimos. - Awn, que bebezinha mais linda. Como eu nunca vi essa foto? - disse pegando um porta retrato, onde havia uma foto de Megan, minha filha, nossa pequena. Me lembro como se fosse ontem, quando tiramos aquela foto.

Flashback on.

Eu - Não me canso de dizer que ela tem seus olhos Ann. - disse sorrindo, admirando as duas perfeições na minha frente, as duas razões pelo qual eu vivo, respiro.
Anne - Mas são azuis. - disse toda confusa.
Eu - Eu sei disso. - ri roubando um selinho dela, enquanto a pequena Pattie, brincava com os dedos da mãe - Eu digo no formato, na intensidade, é o mesmo olhar que o seu. Mas a cor, bom... de um modo incrível  são iguais aos de seu irmão.
Anne - Bom, isso é verdade. E ela tem sua boca, a mesma boquinha vermelha, carnuda. - sorriu passando as mãos nos cabelos dela.
Eu - E ela tem seu cabelo.
Anne - Agora vamos falar sobre quem ela puxou, ok.... ela tem sua boca, sua pele... seu nariz.
Eu - Ei... - disse assim que Meg subiu no meu colo, pegando meu boné.
Meg - Quelo vê - disse brevemente, arrancando o boné da minha cabeça, fazendo automaticamente eu levar as mãos até o cabelo. Anne riu pegando ela novamente no colo.
Eu - Meg, amorzinho... devolve o boné do papai. - ela desviou seu olhar do boné rapidamente, balançando a cabeça negativamente, em seguida levou o boné até a cabeça, e o colocou de modo desengonçado.
Anne - Tira uma foto dela. - pediu sorrindo. Peguei meu celular, e logo coloquei na câmera  Megan percebeu, e já ia tirando.
Eu - Não tira não bebê. - bati a foto e em seguida ela tirou o boné, tacando no chão. - Ei menininha, esse boné é do papai... - ri me encurvando para pegar o boné.
Anne - Fala pro papai que ele tá feio com esse cabelo todo espixado. - ela riu abraçando Meg de lado.
Eu - Ei, eu não to feio não, só não tive tempo de arrumar o cabelo.
Anne - Tá bom Justin, deixa eu ver a foto. - ela riu. Destravei o celular e já estava na foto. Sorri admirado.

Eu - Eu disse que ela tem seus olhos. - sorri mostrando para Anne.

Flashback off.

Eu - Essa foto é meio antiga. Foi ano passado. - comentei sorrindo.
Pattie - Aw, oque ela está fazendo? - ela disse ainda admirando a foto.
Eu - Está brincando com a Jazzy.
Pattie - Jazzy está linda.
Eu - Sim, e é disso que eu tenho medo.

Ela riu.

Pattie - Medo de que?
Eu - Você sabe... os garotos caem em cima, ainda mais por ela ser conhecida como a irmã de Justin Bieber. - ela riu novamente, mas fomos interrompidos por passos descendo as escadas.
Meg - Vovó. - ela correu lerdamente até minha mãe, que estava sentada no sofá.
Pattie - Ai que bebêzinha, mais linda. - ela sorriu pegando Meg, e sentando-a no seu colo, em seguida abraçando fortemente.
Meg - Ai - ela resmungou soltando do sufocante abraço de Pattie.
Pattie - Eu estava com saudades. É verdade que você vai para a escola?
Meg - Uhum. - disse timidamente.
Pattie - E como é lá?
Meg - Legal. - ela sorriu, fazendo minha mãe rir. Jazzy veio para meu lado, sentando no braço da poltrona. Meg olhou ao redor, e fez uma cara estranha, eu sabia oque elá estava pensando... - Cadê a mamãe? - disse com voz de choro. E no mesmo instante, ela abriu a porta da sala.
Anne - Quem quer sorvete? - disse sorridente levantando uma sacola ao alto.
Meg&Jazzy - Eu. - elas correram até a cozinha.
Anne - Pattie! - caminhou até ela.
Pattie - levantando - Olá pequena grande mulher. - disse abraçando-a.
Anne - Porque todos me chamam assim? - disse perplexa.
Eu - Porque você é uma pequena... grande mulher, amor. - sorri vendo a cara feia dela. - Uh, lerdinha. Porque tu és, pequena de tamanho, altura. E é uma grande mulher, de grande coração, entende?
Anne - Ah, sim. - ela disse com cara de lerda. - Querem sorvete? - disse parecendo uma criança. - Eu comprei casquinhas, porque sabe... comer no copo não é legal. - ela saltitou até a cozinha.
Pattie - Incrível como ela não muda. - riu indo até a cozinha. Fiquei sentado na poltrona, apenas olhando o nada, mas fui surpreendido por pequenas mãozinhas nas minhas pernas.
Meg - Papai, você não vai quer sorvete?
Anne - É verdade, não quer? - disse manhosa, entrando na sala.
Eu - Não, é... vou sim. - peguei Meg no colo.
Anne - Que foi? - disse sentando na minha outra perna.
Eu - Nada. Eu só tava pensando no quanto eu amo vocês. - disse admirando aquelas duas loirinhas quase indenticas, tão perfeitas, que parecem duas bonecas de porcelanas.

Elas sorriram.

Meg - Agente tamém ti ama, né mamãe? - disse se atrapalhando ao falar, me fazendo sorrir.
Anne - Sim Meg, muito muito. - ela sorriu, dando-me dois selinhos.
Meg - Eca. - resmungou, fazendo Anne desgrudar nossos lábios, ambos riram.
Anne - Vem, vamos colocar sorvete pro papai. - ela pegou Meg no colo, e saiu até a cozinha.

[...]

Anne estava demorando para trazer meu sorvete, e eu podia jurar que ela se empolgou tanto quando foi tomar que esqueceu de mim. Ri dos meus pensamentos e levantei-me, na intenção de ir até a cozinha, andei lentamente até lá, mas senti meu corpo, se bater em algo, em seguida um sensação gelada sobre meu abdome  Anne se encontrada no chão, e aquilo me fez ter uma pequena lembrança, talvez um flash back, na minha cabeça, do dia em que nos conhecemos.
Me agachei preocupado, só depois de ver o sorvete todo espalhado no chão, que percebi que havia me sujado.
Eu - Você está bem? - disse estendendo minha mão para ela.
Anne - Sim. - ela começou a rir, mas rir muito. Tipo, gargalhar, assim que ela levantou e viu a mancha de sorvete de chocolate na minha blusa branca, riu mais, como se lembrasse também daquele dia.  - Isso não te lembra nada? - ela disse ainda meio ofegante, dando meio riso.
Eu - Lembro. - rimos, a peguei pela cintura, abraçando-a em seguida. - Lembro como se fosse ontem Ann.
Anne - Ai Justin, eu te amo. - ela disse rindo, nos afastando, dando-me um beijo.
Eu - Eu te amo bem mais que isso. - desgrudei nossos lábios, ela sorriu - Agora vem, vamos colocar mais sorvete.
Anne - rindo - Mas já acabou.
Eu - Então, eu te pago outro. - ela riu me abraçando de lado.


                            FIM.


Cabou ):
Avá
Ok parei.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
EU GOSTARIA QUE TODAS COMENTASSEM NESSE ULTIMO CAPÍTULO.
ESSA IMAGINE FOI MUITO ESPECIAL.
MAS A OUTRA JA ESTÁ PRONTINHA E QUEM SABE EU POSTO AMANHÃ....
BEIJOS, TO COM PRESSA, E Á QUEM LÊ CRIMINAL, MAIS TARDE O CAP VAI TA POSTADO, OK?